quarta-feira, agosto 06, 2014
O BdP mau e o BdP bom
terça-feira, agosto 05, 2014
BES um novo rumo
quinta-feira, dezembro 29, 2011
Aperto e não sacrifícios
terça-feira, novembro 08, 2011
Qual o sentido da greve ?
segunda-feira, novembro 07, 2011
Assim vai a crise
Os mercados não aguentam uma semana sem a europa em crise.
segunda-feira, setembro 05, 2011
Fim da crise em diversas culturas ancestrais
Fonte: Publico
Em diversas culturas ancestrais o ano de 2012 é marcado nos calendários como o 'Armagedom', o 'apocalipse', o 'fim do mundo', 'o juízo final', 'o fim de um ciclo' e, nos mais otimistas, 'o ano em que esta era terminará e outra, melhor, será iniciada'.
Assim esperamos.
A crise é taxada
Tendo em conta que a actividade está legalizada no país e que as profissionais do sexo que trabalham em casas de alterne são taxadas, o governo local decidiu que seria mais equitativo cobrar também impostos àquelas que trabalham na rua.
Assim sendo, cada trabalhadora deve depositar por seis euros por noite, o que lhes permite trabalhar durante 10 horas na rua, entre as 20.15 e as seis da manhã.
O pagamento será fiscalizado por funcionários públicos e quando tal não acontecer, a mulher fica sujeita ao pagamento de uma multa.
Embora a prostituição seja legal na Alemanha desde 2002, a actividade dos profissionais do sexo não agrada aos moradores de Bonn. Para satisfazer os cidadãos e proteger as prostitutas, a câmara municipal criou uma área específica para destinada para o efeito.
De acordo com a BBC foram construídas garagens especiais, feitas de madeira para que os clientes possam estacionar os seus carros e a zona é policiada por um agente da autoridade.
Fonte: SOL
As "meninas" pagam um taxa ao governo da Sra Merkel...
Que por sua vez está a ajudar a pagar o nosso defice orçamental....
A conclusão não é bonita!
Estamos a viver à conta de prostitutas :)
sábado, março 26, 2011
Guð blessi Ísland - Deus abençoe a Islândia
Se conseguíssemos seguir os bons exemplos...
Ciclo de endividamento do estado
Fonte : DN
quinta-feira, abril 30, 2009
Gripe Suina
será este o plano de salvação da crise financeira ?
quinta-feira, novembro 27, 2008
A CGD a tona de agua
A caixa desde o inicio do ano que já fez aumento de capital e empréstimos obrigacionistas e continua a ter problemas de liquidez. Enquanto se fala do BPN e do BPP, dos bancos que vão recorrer da garantia do estado para o pedido de empréstimos no estrangeiros, a caixa vai tentando manter-se a tona de agua, pois a crise já afecta a caixa há muito tempo, não tendo neste momento capacidade de efectuar qualquer intervenção sem a ajuda do estado, o gigante estatal da banca tem pés de barro (falta de liquidez). Fica-se com a duvida de quem é que vai continuar a auxiliar a CGD.
Próximo ano deverá um ano de concentração da banca, a crise irá ajudar a ditar as regras e vamos a ver de que lado irá estar a caixa.
terça-feira, novembro 25, 2008
Será que o governo irá ter coragem para tal ?
Só que o mercado nem sempre é um mar de rosas e actualmente com a crise financeira, todos esses investimentos forem desvalorizados.
Deve o governo salvaguardar os depósitos desses investidores ou deixar o mercado funcionar ? Será que aqui as poupanças da Maria e do Aníbal estão em risco ?
O mercado deve funcionar livremente, o estado apenas deve ser uma entidade reguladora, que tem como obrigação supervisionar a actividade dos bancos. Caso existam ilegalidades, devem os administrados serem responsabilizados por essas ilegalidades e indemnizar os depositantes. E não serve de desculpa que não se sabia ou que agiram na boa fé.
Os mecanismos de salvaguarda dos depósitos já existem, cada banco deve assegurar os depósitos e informar os clientes sobre os riscos dos seus produtos de investimento, o estado deve supervisionar as actividades desses bancos.
Existem mecanismos de controlo que permitem salvaguardar os depósitos efectuados, a necessidade do estado intervir de forma a garantir esses depósitos, significa que os bancos não estão a cumprir com as garantias a que são obrigados.
A acção do estado não pode ser a de bóia de salvação desses investidores, que aceitaram efectuar investimentos de alto-risco e agora correm o risco de ficar sem o valor investido. A grande questão é que tal como no BPN, os prejudicados foram os grandes empresários da nossa praça, no BPP o cenário é idêntico, é o investimento que estão em risco é o dos empresários que fazem movimentar Portugal. E com os investimentos em risco, a fuga desse capital para outros portos mais seguros é uma realidade.
Por isso será que o governo terá coragem de deixar cair o BPP ? ou vamos assistir a fuga dos patos-bravos?
terça-feira, novembro 11, 2008
Carta dirigida ao banco
No seguimento dos últimos desenvolvimentos nos mercados financeiros, se um dos meus cheques for devolvido com a mensagem "fundos insuficientes", refere-se a mim ou a vós ?
Com os melhores cumprimentos,
Tuga
segunda-feira, novembro 03, 2008
A nacionalização dos financiadores
próprios governos. Já a muito tempo que as sirenes tinham tocado, as contas do BPN não eram claras, existiam duvidas, a informação era escondida das entidades reguladoras, contudo o banco continuou a funcionar sem dar “cavaco” as entidades reguladoras. Depois dos erros todos, o banco encontra-se num beco sem saída, tal deve ser o buraco negro em que esta metido que nem os outros bancos acham o BPN atractivo para uma aquisição.Por isso é igualmente estranho que seja o estado a querer socorrer um banco sem futuro, principalmente quando o seu peso na banca de retalho era residual, tendo por principal actividade a banca de investimentos. Ou seja é um banco que se desaparecer não deixara o tuga sem poupanças, pois ninguém tem lá o salário mínimo ou as reformas. É um banco que serviu para financiar um grupo de investidores que representam um peso importante na nossa economia, ou seja não se vai salvar a banca e os depósitos dos Portugueses, mas sim vai-se salvar as garantias desses investidores. Algo que não interessa ao pais, é uma medida politica com vista a segurar os investidores.
É estranho que o governador do banco de Portugal se venha só agora queixar da falta de informação e de informações falsas, só isso não chegava para fechar o banco ? É importante questionar qual o papel das entidades reguladoras, pois aparentemente nada sabem sobre o que se passa na actividade bancária : desconheciam as contas do BCP, não sabem quais as actividades do BES, desconhecem a solubilidade do Banfi, não tinham informações do BPN, …. Aparentemente a banca vive numa terra em que não existem leis, ou pelo menos se existem são para ignorar.
A crise imobiliária é causada em parte pela actividade bancária e a sua falta de crepúsculos em alcançar o maior volume de créditos possíveis. Existem bancos bons (que cumprem as regras e que conseguem por si próprio ultrapassar as crises), os maus bancos (que não cumprem as regras e que não tem capacidade para sobreviver) e os pequenos que não tem força para serem bons ou maus. Mas o estado não pode ser a “santa casa” que irá socorrer todos os bancos, sejam os necessitados (sem “guito” e com contas fraudulentas) e os que cumprem as regras (utilizando os benefícios estatais para se financiar). Se vivemos numa economia capitalista o estado deverá remeter-se apenas ao papel efectivo de supervisão e controlo da actividade bancária, a ”lei da selva” ditara quais é que são os bancos que sobrevivem e os que desaparecem. O BPN é o candidato nº 1 a desaparecer. E o estado deve assumir o papel dele e supervisionar toda a actividade bancária e não ter receio de punir e obrigar a cumprir as regras.Se o estado entra no sector privado e tentar salvar todas as instituições privadas que estão a beira da falência a lista é enorme, nela se inclui instituições, cooperativas, clubes de futebol, empresas que viveram dos fundos europeus, etc. E depois vêem a “Soanes” a dizerem que para terem direitos iguais e capacidade de competir com as empresas estrangeiras também precisam do apoio do estado. É a bola de neve.
Modalidades - 2026/06/20
Sábado, 2026/06/20 - 15:00 - Hóquei Em Patins - SL Benfica -v- Sporting Cp - Campeonato Nacional | 25/26 - Playoff Final Jornada 3 - 20:0...
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Joan Miró i Ferrà (Barcelona, 20 de abril de 1893 — Palma de Maiorca, 25 de dezembro de 1983) foi um importante escultor e pintor surrealis...
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