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quarta-feira, agosto 06, 2014

O BdP mau e o BdP bom

Ainda sou do tempo em que o Banco de Portugal era mais do que a miragem de reformas douradas para serventuários do poder em fim de carreira, durante décadas o BdP sobreviveu a regimes e a crises, era uma entidade respeitável em que os cidadãos confiavam. A palavra de um governador do Banco de Portugal como o Prof. Jacinto Nunes, recentemente falecido, era inquestionável, estava dito, era como a palavra dada num negócio à moda antiga.
  
Desde que o mérito deixou de ser uma condição necessária para se chegar a governador do Banco de Portugal e os lugares de administradores começou a ser ocupado por personagens menores que apenas desejam obter uma pensão dourada o banco começou a ser um instrumento ao serviço dos governos. Os governadores passaram a ser apoiantes da política económica adoptada pelos governos e usam o prestígio da instituição para validar tudo o que qualquer ministro das Finanças decide.
  
O processo BES exibiu um governador do Banco de Portugal titubeante, incapaz de tomar uma decisão e que durante semanas enganou accionistas e clientes do BES fazendo afirmações que hoje se sabe não terem correspondido nem de perto, nem de longe à verdade. Como é que se pode confiar num governador que inventou almofadas e investidores estrangeiros, que num dia vendia confiança aos accionistas e clientes e no outro dia selecionou uns para salvar e outros para serem lixo? Como se pode confiar um governador que faz uma comunicação ao país quase à meia-noite de um domingo quando na véspera Marques Mendes disse tudo o que ele ia dizer?
  
No passado havia em Portugal um Banco de Portugal bom, gerido por gente com habilitações e dimensão humana inquestionável, gente cuja palavra era inquestionável e que inspirava confiança aos agentes económicos. Aquilo que o país tem hoje é um Banco de Portugal mau, um governador cujas declarações são tóxicas e perigosas para quem nelas confia.
  
O Presidente é o que se sabe, o governo mente todos os dias, o governador é o que sabe, os tribunais decidem com uma década de atraso. Em quem podem os portugueses confiar? Qual o investidor estrangeiro que investe num país onde Banco de Portugal e CMVM dão cobertura a um aumento de capital de mais de mil milhões que depois é roubado, onde os tribunais levam dez anos a decidir um processo, onde a comunicação é comprada, onde os presidentes dos partidos recebem gorjetas avençadas, onde nem o governo nem o Presidente dão a cara pelas suas decisões, onde o Marques Mendes tem acesso a todos os segredos do poder e dá a conhecer algumas num programa de televisão onde é remunerado como comentador?
  
Se a exposição do BES ao GES levou à destruição do BES a exposição do país a tanta incompetência, oportunismo, cobardia e corrupção vai levar inevitavelmente à sua degradação, Portugal é cada vez menos um bom país e cada vez mais um mau país.


Fonte: O Jumento

quarta-feira, junho 05, 2013

Comemora-se 2 anos de retrocesso

Após a falência do banco Lehman Brothers, provocada pela desregulação financeira, e a crise que se lhe seguiu, à escala mundial, chegámos, em Portugal, ao 12.º trimestre consecutivo de recessão, uma tragédia sem precedentes, e um milhão de desempregados que não encontra paralelo depois do 25 de Abril.

Quando Cavaco deu o empurrão ao anterior Governo, como reconheceu Santana Lopes, e o PSD obrigou Passos Coelho a inviabilizar o PEC IV, sob pena de ir para eleições no partido se não as provocasse no País, como confirmou Lobo Xavier, mal pensava o PR que isso lhe ia custar a clausura em Belém e as vaias na rua.

Não é impunemente que se anuncia, e cumpre, o acelerado empobrecimento de um país, para reduzir o consumo e conseguir o desmantelamento do tecido económico nacional

terça-feira, junho 12, 2012

Troika ?! Nos queremos é golos!!!

Basta uma vitoria na quarta-feira para Portugal esquecer a Troika e os efeitos da crise, para que entre na loucura total

sexta-feira, dezembro 30, 2011

Injectar na economia...

Há dias, para contrariar a posição do PS de que haveria margem para devolver metade do subsídio de Natal confiscado, Passos Coelho garantia o seguinte: " — Excedente de 2 mil milhões é para injectar na economia". Hoje, através do Diário Económico (p. 14), sabe-se que o sorvedouro se chama Madeira.

Sacado da Camara Corporativa

A máxima de 2011

O que se pode vender vende-se aos chineses, o que é mais difícil de vender oferece-se à filha do Eduardo dos Santos, o resto é para desmantelar.

quinta-feira, dezembro 29, 2011

Aperto e não sacrifícios




Portugal acredita no sucesso fácil, acreditava-se que após o 25 de Abril as riquezas seriam distribuídas por todos os Portugueses e que todos passam a viver melhor, com a abundancia dos fundos da CEE acreditou-se que iria haver dinheiro para tudo e todos melhorarem o seu nível de vida, agora deseja-se que o próximo ano seja o ano da recuperação. Quem assim pensa é porque não tem a noção do ponto em que estamos.

O que estamos a ter agora não são sacrifícios, são apertos pontuais, que não vão corrigir o despesismo dos últimos anos. Tem de haver uma tomada de consciência, reformulação do estado gastador e do indevidamente excessivo das famílias. Para se sair do buraco não se deve exigir sacrifícios, mas antes pelo contrario evolução a nível da produtividade, qualidade e conectividade.

Com estes sacrifícios daqui a um ano estaremos muito pior. E engane-se que daqui a um ano seja o principio do fim da crise, esta para durar e não será apenas por alguns anos, irá levar mais de uma década para recuperar o poder de compra.

terça-feira, novembro 15, 2011

No money, no clown


Contou a jornalista Maria João Avilez que numa reunião do Conselho de Ministros o ministro da Economia apresentava as suas propostas para promover o crescimento económico quando de forma seca o seu colga das Finanças comentou “não há dinheiro!”. 


Perante a insistência de Álvaro Pereira em prosseguir com a apresentação das suas opiniões o ministro das Finanças interrompeu-o de novo perguntando-lhe 
“Qual das três palavras é que não percebeu?”.

Fonte: O Jumento




O ministro das finanças sabe o estado dos cofres do estado, estão vazios e a cada dia que se passa o buraco sem fundo das contas publicas, vão continuar a sugar cada cêntimo dos nossos impostos e dos empréstimos da Troika. Infelizmente os políticos, não permitem ao ministro das finanças cortar a fundo nos principais problemas do estado Português, pois o essencial continua por eliminar do estado.
Estamos numa fase em que é preciso eliminar despesas supérfluas (sociais), reduzir custos (funcionários públicos) e redistribuir o orçamento de forma a conseguir manter os sectores essenciais em funcionamento. Não basta aumentar os impostos,  pois o buraco orçamental continua a aumentar e estamos a dar mais dinheiro dos nossos impostos para pagar o aumento da despesa do estado.
Tal como com Teixeira dos Santos, o ministro Vítor Gaspar sabe o estado das finanças de Portugal e quais os principais problemas, mas infelizmente os ministros das finanças estão debaixo da alçada dos políticos, devíamos conseguir eleger um gestor para as nossas finanças que não fosse obrigado a responder aos políticos.

Portugal continua a ser um navio a deriva, o aumento de impostos não permitem corrigir o problema, apenas permitem aliviar temporariamente o problema, no próximo ano os nossos  impostos vão continuar a ser insuficientes para cobrir toda a despesa que vai continuar a aumentar, sem qualquer controlo.

A natureza em situações extremas consegue-se regenerar. O ser humano é diferente acomoda-se e gosta de coleccionar desgraças.

O ministro Álvaro Santos não tem conseguido apresentar trabalho, tem consecutivamente feito adiamentos, atrás de adiamentos, sem conseguir apresentar medidas para dinamizar a economia, apenas apresentado medidas simbólicas e um conjunto de intenções de fazer algo. Um fracasso total até ao momento. 
Ele próprio disse que “Há vida para além da austeridade”, mas o mesmo parece que não consegue pensar em tempo de austeridade, pois ainda não entendeu os tempos em que vivemos e que o que devemos fazer não é com mais dinheiro, mas sim fazer mais com o dinheiro que não há…














terça-feira, outubro 18, 2011

O que moralmente se deve cortar



Todos os ''governantes'' [a saber, os que se governam...] de Portugal falam em cortes de despesas - mas não dizem quais - e aumentos de impostos a pagar.

Nenhum governante fala em:
1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três ex-Presidentes da República.

2. Redução do número de deputados da Assembleia da República para 80, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras
libações, tudo à custa do pagode.

3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego.

4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.

5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros? e se não são verificados como podem ser auditados?

6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821.


7. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.

8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades.

9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;.

10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...

11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.


12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc.

13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis.


14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, **EM VEZ DE
ESTAREM NO**SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA.

15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de
PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder.

16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo,no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar,
julgar e condenar.

17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.


18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP.

19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.

20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.

21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.

22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).

23. Assim e desta forma, Sr. Ministro das Finanças, recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado.

24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privado), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao
controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem".

25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando
preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência
aos que efectivamente dela precisam;

26. Controlar rigorosamente toda a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise".

27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não
prescrevem com leis à pressa, feitas à medida.


28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos
ditos.

29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.

30. Pôr os Bancos a pagar impostos.


Fonte: Mail a circular pela net.

quinta-feira, outubro 13, 2011

Devia ter comprado limões



Sinal de crise económica não é cobrarem as rodelas de limão da coca-cola...

 ...Sinal de crise é uma rodela de limão valer mais do que uma acção do BCP!

domingo, outubro 09, 2011

O que mexe com os tugas


O governo anuncia o corte na despesa publica anunciando o aumento dos impostos e o corte de parte do subsidio de Natal, o governo salva um banco privado para o vender ao preço da “uva-mijona” aos barões laranjas, o governo cobre as dividas de um governo regional que teima em infringir as leis de Portugal e que se recusa em aplicar as medidas da todo que troika tal como acontece no continente, …. e tal como o Portugal mantem-se igual a si mesmo, a imagem do que Salazar criou, um povo calmo e sereno.

Mas quando se aumenta a gasolina e as portagens ai já começam os buzinões e os protestos.

Podemos de ter sacrifícios para pagar a alimentação, educação, saúde, etc. Mas quando mexem nas despesas do carro, ai a pimenta sobe-nos ao nariz.

quarta-feira, setembro 28, 2011

sexta-feira, setembro 16, 2011

O bailinho da madeira



"O INE e o Banco de Portugal acusaram hoje a Administração Regional da Madeira de ter omitido informação relativa às suas contas públicas, o que vai obrigar à revisão do défice.

De acordo com uma nota do INE e do Banco de Portugal (BdP), o défice orçamental de 2008, 2009 e 2010 vai ter de ser revisto porque as duas entidades, responsáveis por apurar as contas nacionais, receberam informação nas últimas semanas que dão conta de vários encargos da Madeira por registar desde 2003, e acordos de regularização de dívidas que a Administração Regional da Madeira não enviou, como é obrigada, às duas entidades.

O impacto estimado no défice de 2008 é de 139,7 milhões de euros (0,08 por cento do PIB), em 2009 de 58,3 milhões de euros (0,03 por cento) e em 2010 915,3 milhões de euros (0,053 por cento)."


Fonte : TSF

A europa discute se deve ou não deixar a Grécia cair na banca rota e até mesmo em sair do Euro. 
Mas nós em Portugal somos mais “finos” fechamos os olhos quando nos vão ao bolso, aceitamos as vigarices, qualquer desculpa é valida e recusamo-nos a mudar, preferindo a caminhar para o abismo e a alimentar as vigarices alheias. 

Esta na altura de dizer basta, responsabilizar o governo regional, afasta-lo por terem prestado falsas declarações e aplicar um conjunto de cortes nos serviços regionais e investimento publico.

Para que serviu todo esse endividamento ? os madeirenses vivem melhor ?  

Claro que não, todo esse endividamento serviu apenas para alimentar os barões locais, os restantes madeirenses continuam a ter um custo de vida elevado, tal como tinham há 10 anos atrás, para esses nada mudou, continuam a apoiar quem lhes tem vendido a mesma mentira. 

Existem pessoas que gostam de serem enganados.

segunda-feira, setembro 05, 2011

Fim da crise em diversas culturas ancestrais

O primeiro-ministro fez hoje uma espécie de anúncio do fim da crise, apontando 2012 como o ano “do princípio do fim da emergência nacional”. 

Fonte: Publico



Em diversas culturas ancestrais o ano de 2012 é marcado nos calendários como o 'Armagedom', o 'apocalipse', o 'fim do mundo', 'o juízo final', 'o fim de um ciclo' e, nos mais otimistas, 'o ano em que esta era terminará e outra, melhor, será iniciada'.

Assim esperamos.

A crise é taxada

Em Bonn na Alemanha, o município instalou parquímetros para cobrar uma taxa às prostitutas que trabalham na rua.
Tendo em conta que a actividade está legalizada no país e que as profissionais do sexo que trabalham em casas de alterne são taxadas, o governo local decidiu que seria mais equitativo cobrar também impostos àquelas que trabalham na rua.


Assim sendo, cada trabalhadora deve depositar por seis euros por noite, o que lhes permite trabalhar durante 10 horas na rua, entre as 20.15 e as seis da manhã.


O pagamento será fiscalizado por funcionários públicos e quando tal não acontecer, a mulher fica sujeita ao pagamento de uma multa.


Embora a prostituição seja legal na Alemanha desde 2002, a actividade dos profissionais do sexo não agrada aos moradores de Bonn. Para satisfazer os cidadãos e proteger as prostitutas, a câmara municipal criou uma área específica para destinada para o efeito.


De acordo com a BBC foram construídas garagens especiais, feitas de madeira para que os clientes possam estacionar os seus carros e a zona é policiada por um agente da autoridade.


Fonte: SOL



As "meninas" pagam um taxa ao governo da Sra Merkel...
Que por sua vez está a ajudar a pagar o nosso defice orçamental....

A conclusão não é bonita!

Estamos a viver à conta de prostitutas :)

domingo, agosto 28, 2011

Significado da crise

Em chinês, a palavra crise é composta por dois símbolos: um representa perigo e o outro oportunidade

terça-feira, março 22, 2011

GERAÇÃO À RASCA???

Um dia, isto tinha de acontecer.

Existe uma geração à rasca?

Existe mais do que uma! Certamente!

Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes as agruras da vida. Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar com frustrações.

A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo.

Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.

Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos) vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.

Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos...), mas também lhes deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais de diversão, cartas de condução e 1º automóvel, depósitos de combustível cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse. Mesmo quando as expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.

Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.

Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego,... A vaquinha emagreceu, feneceu, secou.

Foi então que os pais ficaram à rasca.

Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado. Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a pais.

São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade, nem dos qualquercoisaphones ou pads, sempre de última geração. São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter de dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas, porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar!

A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo menos duas décadas.

Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.

Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade operacional.

Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.

Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.

Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.

Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.

Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.

Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o desespero alheio.

Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e inteligência nesta geração?

Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos!

Os jovens que detêm estas capacidades/características não encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como todos nós).

Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados académicos, porque, que inveja! que chatice!, são betinhos, cromos que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.

E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares a que alguns acham ter direito e que pelos vistos - e a acreditar no que ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida e indevidamente?!!!

Novos e velhos, todos estão à rasca.

Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.

Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles.

A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar, nem fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e a sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la.

Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam. Haverá mais triste prova do nosso falhanço?

Pode ser que tudo isto não passe de alarmismo, de um exagero meu, de uma generalização injusta.

Pode ser que nada/ninguém seja assim.

Fonte: desconhecida

quarta-feira, outubro 27, 2010

Plano para salvar Portugal da crise

PLANO PARA SALVAR PORTUGAL DA CRISE, EM 14 PASSOS:

Passo 1:
Trocamos a Madeira e os Açores pela Galiza, mas os espanhóis têm que levar o Sócrates.

Passo 2:
Os galegos são boa onda, não dão chatices e ainda ficamos com o dinheiro gerado pela Zara (é só a 3ª maior empresa de vestuário). A indústria têxtil portuguesa é revitalizada. A Espanha fica encurralada entre os Bascos e o Sócrates.

Passo 3:
Desesperados, os espanhóis tentam devolver o Sócrates. A malta não aceita.

Passo 4:
Oferecem também o Pais Basco. A malta mantem-se firme e não aceita.

Passo 5:
A Catalunha aproveita a confusão para pedir a independência. Cada vez mais desesperados, os espanhóis devolvem-nos a Madeira e os Açores e dão-nos ainda o Pais Basco e a Catalunha. A contrapartida é termos que ficar com o Sócrates. A malta arma-se em difícil mas aceita.

Passo 6:
Damos a independência ao País Basco. A contrapartida é eles ficarem com o Sócrates. A malta da ETA pensa que pode bem com ele e aceita sem hesitar. Sem o Sócrates Portugal torna-se um paraíso e a Catalunha não causa problemas.

Passo 7:
Afinal a ETA não aguenta o Sócrates, e o País Basco pede para se tornar território português. A malta faz-se difícil mas aceita (apesar de estar lá o Sócrates).

Passo 8:
Fazemos um acordo com o Brasil. Eles enviam-nos o lixo e nós mandamos-lhes o Sócrates.

Passo 9:
O Brasil pede para voltar a ser colónia portuguesa. A malta aceita e manda o Sócrates para os Farilhões das Berlengas apesar das gaivotas perderem as penas e as andorinhas do mar deixarem de por ovos.

Passo 10:
Com os jogadores brasileiros mais os portugueses, Portugal torna-se campeão do mundo de futebol!

Passo 11:
Os espanhóis ficam tão desmoralizados, que nem oferecem resistência quando os mandamos para Marrocos.

Passo 12:
Unificamos finalmente a Península Ibérica sob a bandeira portuguesa.

Passo 13:
A dimensão extraordinária adquirida que une a Península e o Brasil, torna-nos verdadeiros senhores do Atlântico. Colocamos portagens no mar, principalmente para os barcos americanos, que são sujeitos a uma sobretaxa tão elevada que nem o preço do petróleo os salva.

Passo 14:
Economicamente asfixiados eles tentam aterrorizar-nos com o Bin Laden, mas a malta ameaça enviar-lhes o Sócrates e eles rendem-se. incondicionalmente.

Está ultrapassada a crise!


Conclusão: Por mais que a situação pior, o Tuga irá sempre encontrar uma forma de dar o ar de sua graça.

segunda-feira, agosto 23, 2010

A crise afecta a todos

Num determinado programa religioso perdido na grelha da tv por cabo, passava o seguinte apelo “Envie-nos o seu ouro, para ajudar a construção da nossa igreja”.

E então e as esmolas ? A crise já chegou ao céu, custando um tal lugar valores de outro mundo ?

Modalidades - 2026/06/20

Sábado, 2026/06/20  - 15:00 - Hóquei Em Patins - SL Benfica -v- Sporting Cp - Campeonato Nacional | 25/26 - Playoff Final Jornada 3  - 20:0...