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sábado, janeiro 17, 2026

Renovação no frio que fortalece

Janeiro chega como um sopro fresco, o mês em que o inverno se instala de vez em Portugal, com temperaturas médias entre 9°C e 15°C em Lisboa e cerca de 19 dias de chuva, mas também dias secos que convidam ao movimento. Sinto-o como o momento perfeito para otimizar rotinas, preparar o corpo para o frio e refletir sobre o essencial, deixando ir o que não serve mais, tal como as folhas que caíram.



“Grão a grão, enche a galinha o papo.” Este provérbio inspira-me a iniciar pequenos hábitos em janeiro, como caminhadas diárias ou séries no ginásio, que acumulam força para o ano todo, uma otimização simples para maior produtividade e longevidade.

Janeiro pulsa com a energia de recomeço: o ar frio limpa a mente, as ruas de Lisboa ainda ecoam o fim das festas e o céu nublado convida à introspeção. É tempo de conexões reais com amigos, de priorizar o que importa e de abraçar o ar livre, mesmo com chuva fina, para fortalecer o corpo e a alma. Astrodinamicamente, destaca-se a entrada de Netuno em Áries a 26 de janeiro, trazendo transformações espirituais e coragem; nos calendários pagãos, honra-se a Deusa Freya no dia 8 (amor e fertilidade, nórdico) e as Macieiras no dia 17 (celta).

Lembro-me de uma manhã gelada recente, após o ginásio, quando caminhei pelo Monsanto com um amigo e o nosso cão. O frio mordia, mas conversámos sobre o essencial, família, futebol, o que largar do ano velho. Parei para ver um grupo de cães a brincar na relva molhada, sentindo como esses momentos simples, ao ar livre, preparam o corpo para o inverno e renovam ligações, deixando ir preocupações como folhas ao vento.


Eventos

  • Concertos de Ano Novo no CCB (1 janeiro) com valsas de Strauss e no Gulbenkian (7-9 janeiro) .

  • Dia de Reis (6 janeiro) com cantares em Alfama e bolo-rei .

  • Fechos de Wonderland Lisboa e Diverlândia (até 4 janeiro), Electric Callboy no MEO Arena (25 janeiro) e entrada grátis em museus no dia 4.

  • Exposição "Meu Nome António" no Terreiro do Paço .


Atividades

  • Manter o ginásio 4x por semana e retomar as caminhadas.

  • Ler um livro por mês.

  • Ir ao futebol, retomar os jantares e cafés com amigos.

  •  


"Winter Song" de Sara Bareilles e Ingrid Michaelson. É uma melodia suave e reflexiva que aquece o coração no inverno.

Janeiro é para mim o mês de plantar grãos, de cuidar do corpo ao ar livre, nutre conexões e solta o supérfluo. Assim, cresço mais forte, pronto para o que vem.


sábado, dezembro 06, 2025

O último fecho e o calor que nos mantêm vivos

Dezembro em Portugal tem um encanto próprio. É o mês em que as luzes de Natal tomam conta das ruas, das compras feitas à pressa, dos jantares com amigos e da preparação da ceia. É também aquela altura em que nos lembramos dos amigos que ficaram por rever ao longo do ano, enquanto o próprio mês nos convida à pausa, ao aconchego e a um olhar mais calmo sobre a vida.



O frio instala-se, o céu cinzento teima em esconder o sol, mas há uma luz tranquila nas ruas que aquece o espírito e nos lembra que o ano está quase a terminar. Dezembro pede que abrande, que respire fundo e que volte ao essencial. As temperaturas entre os 10 e os 15 graus fazem-me puxar o casaco e caminhar devagar, saboreando o que o frio traz de especial.

No meio da azáfama, sabe bem sentir o ar fresco da noite no rosto e fazer uma caminhada pelas ruas iluminadas de Lisboa, até ao rio. Sem música, só o silêncio da cidade, as folhas no chão e o brilho do Natal. É nesses momentos simples que encontro calor por dentro. Tal como as folhas que caem, deixo cair também as preocupações acumuladas ao longo do ano. Sinto-me mais presente, mais alinhado, mais preparado para o que vem com serenidade e propósito.
Dezembro traz uma luz especial nos mercados de Natal, nas ruas decoradas e nos encontros com quem nos é próximo. É também o mês em que o frio me motiva a manter as caminhadas e os treinos no ginásio, pequenos rituais que me fazem sentir vivo e pronto para o futuro. Para mim, este período é sobre nutrir o essencial de saúde, família, amizade, silêncio, bons livros e a preparação tranquila do ano que vem.

Lembro-me sempre do provérbio que tanto aprecio: “Grão a grão enche a galinha o papo.” 
Dezembro reforça esta ideia. Não preciso de pressa, basta ir acumulando, passo a passo, o que realmente importa, um treino, uma conversa verdadeira, uma pausa profunda. São estes pequenos “grãos” que dão sentido aos meus dias.

Este mês quero deixar de lado a confusão das prendas e a pressa da ceia de Natal. Quero mais caminhadas ao ar livre, mesmo com o frio, mais tempo com um bom livro, mais espaço para o que realmente importa, um café tranquilo com amigos, a contemplação da cidade iluminada e a consciência serena do tempo que passa.

Dezembro convida-me a viver com alma, calma e presença. Que este mês te traga uma magia discreta, feita de reflexões, esperança e pequenos momentos que aquecem por dentro.


sexta-feira, novembro 14, 2025

O encanto do outono que aquece a alma

Para mim, novembro em Portugal é daqueles meses que deixam saudades. É quando o outono já vai a meio, o ar fica fresco, as folhas vão caindo devagarinho e o cheiro das castanhas assadas começa a espalhar-se pelas ruas. As temperaturas andam à volta dos 15 a 19 graus, perfeitas para um casaco quentinho, e a chuva aparece com jeito, a convidar a ficar em casa, a beber um chá e a ouvir música.


Lembro-me de um novembro que passei numa aldeia do interior, cheio daquela magia típica desta época. O frio já apertava e a geada cobria os campos logo pela manhã, mas o que realmente me aqueceu foi a forma como as pessoas se juntavam para celebrar as tradições. Participei num magusto, aquela festa simples, mas cheia de vida, onde as castanhas assadas na brasa são as estrelas e as conversas correm soltas à volta das mesas. Houve canções, risadas e o quentinho daquela chama que não vinha só do fogo. Senti-me parte de algo maior, da nossa cultura portuguesa, naquele momento de partilha e alegria simples.

Além disso, novembro em Portugal não é só frio e castanhas. O mês está cheio de eventos culturais e desportivos que trazem cor e movimento a muitas zonas do país. Desde festivais de música que fazem as noites mais longas valerem a pena, até grandes eventos como o MotoGP, há sempre algo para nos animar.

Para mim, novembro é um convite a abrandar, a valorizar as raízes e a desfrutar das pequenas coisas que fazem da vida algo especial. Aquele abraço quente de um mês que é nosso, feito de tradição, de gente e de memórias que aquecem o coração. Espero que sintas esse mesmo encanto e deixes-te envolver por este novembro tão português.

Novembro merece mesmo ser vivido com o calor da alma e a simplicidade do coração.

domingo, junho 10, 2018

O Dia de Camões e das Comunidades Portuguesas

O Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas celebra a data de 10 de Junho de 1580, data da morte de Camões,



O Hino Nacional é A Portuguesa.



I
Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões
marchar, marchar!


II
Desfralda a invicta bandeira
À luz viva do teu céu!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu
Beija o solo teu jucundo
O oceano, a rugir d'amor,
E o teu braço vencedor
Deu novos mundos ao Mundo!

Às armas, às armas!
Sobre a terra e sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões
marchar, marchar!


III
Saudai o Sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal de ressurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injúrias da sorte.

Às armas, às armas!
Sobre a terra e sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões
marchar, marchar!



Letra: Henrique Lopes de Mendonça
Música: Alfredo Keil
Data: 1890

sábado, junho 10, 2017

Dia de Portugal - 10 de Junho


Portugal, oficialmente República Portuguesa, é um país soberano unitário localizado no sudoeste da Europa, cujo território se situa na zona ocidental da Península Ibérica e em arquipélagos no Atlântico Norte. O território português tem uma área total de 92 090 km², sendo delimitado a norte e leste por Espanha e a sul e oeste pelo oceano Atlântico, compreendendo uma parte continental e duas regiões autónomas: os arquipélagos dos Açores e da Madeira. Portugal é a nação mais a ocidente do continente europeu. O nome do país provém da sua segunda maior cidade, Porto, cujo nome latino-celta era Portus Cale.

O território dentro das fronteiras atuais da República Portuguesa tem sido continuamente povoado desde os tempos pré-históricos: ocupado por celtas, como os galaicos e os lusitanos, foi integrado na República Romana e mais tarde colonizado por povos germânicos, como os suevos e os visigodos. No século VIII, as terras foram conquistadas pelos mouros. Durante a Reconquista cristã foi formado o Condado Portucalense, primeiro como parte do Reino da Galiza e depois integrado no Reino de Leão. Com o estabelecimento do Reino de Portugal em 1139, cuja independência foi reconhecida em 1143. Em 1297 foram definidas as fronteiras no tratado de Alcanizes, tornando Portugal no mais antigo Estado-nação da Europa. Nos séculos XV e XVI, como resultado de pioneirismo na Era dos Descobrimentos (ver: descobrimentos portugueses), Portugal expandiu a influência ocidental e estabeleceu um império que incluía possessões na África, Ásia, Oceânia e América do Sul, tornando-se a potência económica, política e militar mais importante de todo o mundo. O Império Português foi o primeiro império global da História e também o mais duradouro dos impérios coloniais europeus, abrangendo quase 600 anos de existência, desde a conquista de Ceuta em 1415, até à transferência de soberania de Macau para a China em 1999. No entanto, a importância internacional do país foi bastante reduzida durante o século XIX, especialmente após a independência do Brasil, a sua maior colónia.

Com a Revolução de 1910, a monarquia terminou, tendo desde 1139 até 1910, 34 monarcas. A Primeira República Portuguesa foi muito instável, devido ao elevado parlamentarismo. O regime deu lugar à ditadura militar devido a um levantamento em 28 de maio de 1926. Em 1933, um novo regime autoritário, o Estado Novo, presidido por Salazar até 1968, geriu o país até 25 de abril de 1974. A democracia representativa foi instaurada após a Revolução dos Cravos, em 1974, que terminou a Guerra Colonial Portuguesa. As províncias ultramarinas de Portugal tornaram-se independentes, sendo as mais proeminentes Angola e Moçambique.

Portugal é um país desenvolvido, com um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) considerado como muito elevado. O país foi classificado na 19.ª posição em qualidade de vida (em 2005), tem um dos melhores sistemas de saúde do planeta e é, também, uma das nações mais globalizadas e pacíficas do mundo. É membro da Organização das Nações Unidas (ONU), da União Europeia (incluindo a Zona Euro e o Espaço Schengen), da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) e da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Portugal também participa em diversas missões de manutenção de paz das Nações Unidas.



Fonte: wikipedia

terça-feira, junho 14, 2016

Portugal - A Marcha de uma Nação!

Hoje os eleitos por lutarem pela nossa selecção vão entrar em campo, do outro lado estarão 11 canhões, mas deste lado estarão 11 milhões a apoiar-vos. sejam grandes!!!

sexta-feira, junho 10, 2016

A Portuguesa

A Portuguesa, que hoje é um dos símbolos nacionais de Portugal (o seu hino nacional), nasceu como uma canção de cariz patriótico em resposta ao ultimato britânico para que as tropas portuguesas abandonassem as suas posições em África, no denominado "Mapa cor-de-rosa".

Em Portugal, a reacção popular contra os ingleses e contra o governo português, que permitiu esse género de humilhação, manifestou-se de várias formas. "A Portuguesa" foi composta em 1890, com letra de Henrique Lopes de Mendonça e música de Alfredo Keil, e foi utilizada desde cedo como símbolo patriótico mas também republicano. Aliás, em 31 de Janeiro de 1891, numa tentativa falhada de golpe de Estado que pretendia implantar a república em Portugal, esta canção já aparecia como a opção dos republicanos para hino nacional, o que aconteceu, efectivamente, quando, após a instauração da República a 5 de Outubro de 1910, a Assembleia Nacional Constituinte a consagrou como símbolo nacional em 19 de Junho de 1911.

A Portuguesa, proibida pelo regime monárquico, que originalmente tinha uma letra um tanto ou quanto diferente (mesmo a música foi sofrendo algumas alterações) — onde hoje se diz "contra os canhões", dizia-se "contra os bretões", ou seja, os ingleses — veio substituir o Hymno da Carta, então o hino nacional desde Maio de 1834.

Em 1956, existiam no entanto várias versões do hino, não só na linha melódica, mas também nas instrumentações, especialmente para banda, pelo que o governo nomeou uma comissão encarregada de estudar uma versão oficial de A Portuguesa. Essa comissão elaborou uma proposta que seria aprovada em Conselho de Ministros a 16 de Julho de 1957, mantendo-se o hino inalterado deste então.

Nota-se na música uma influência clara do hino nacional francês, La Marseillaise, também ele um símbolo revolucionário.

O poema original é composto por três partes, cada uma delas com duas quadras (estrofes de quatro versos), seguidas do refrão, uma sextilha (estrofe de seis versos). É de salientar que, das três partes do poema apenas a primeira parte foi oficializada como o Hino Nacional Português, sendo usado em cerimónias oficiais, sendo as outras duas partes praticamente desconhecidas já que não constam na versão oficial do Hino Nacional.

A Portuguesa é executada oficialmente em cerimónias nacionais, civis e militares, onde é prestada homenagem à Pátria, à Bandeira Nacional ou ao Presidente da República. Do mesmo modo, em cerimónias oficiais no território português por recepção de chefes de Estado estrangeiros, a sua execução é obrigatória depois de ouvido o hino do país representado.

A Portuguesa foi designada como um dos símbolos nacionais de Portugal na constituição de 1976, constando no artigo 11.°, n.º 2, da Constituição da República Portuguesa (Símbolos nacionais e língua oficial)

Fonte: wikipedia



O Hino Nacional é A Portuguesa.



I
Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões
marchar, marchar!


II
Desfralda a invicta bandeira
À luz viva do teu céu!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu
Beija o solo teu jucundo
O oceano, a rugir d'amor,
E o teu braço vencedor
Deu novos mundos ao Mundo!

Às armas, às armas!
Sobre a terra e sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões
marchar, marchar!


III
Saudai o Sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal de ressurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injúrias da sorte.

Às armas, às armas!
Sobre a terra e sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões
marchar, marchar!



Letra: Henrique Lopes de Mendonça
Música: Alfredo Keil
Data: 1890

terça-feira, dezembro 01, 2015

Restauração da Independência

A Restauração da Independência é a designação dada ao golpe de estado revolucionário ocorrido a 1 de dezembro de 1640, chefiada por um grupo designado de Os Quarenta Conjurados e que se alastrou por todo o Reino, pela revolta dos portugueses contra a tentativa da anulação da independência do Reino de Portugal pela governação da Dinastia filipina castelhana, e que vem a culminar com a instauração da 4.ª Dinastia Portuguesa - a casa de Bragança - com a aclamação de D. João IV.

Fonte: Wikipedia



sexta-feira, novembro 13, 2015

Lido por aí

Tal como os psicotrópicos criam dependência, também o Estado Social cria dependência. Por isso é que, parafraseando Milton Friedman, é fácil implementar medidas sociais mas é quase impossível acabar com elas.

quarta-feira, dezembro 10, 2014

O BES para criancinhas

Era uma vez um banqueiro muito grande e muito mau que tinha muito dinheiro, uma família de idiotas e um primo apalermado mas bonzinho e por isso era amigo do primeiro-ministro e tinha caído nas graças do governador do Banco de Portugal. Durante anos o banqueiro mau foi o dono disto quase tudo, quase tudo porque era dono de tudo menos do Passos Coelho, da Maria Luís e do Carlos Costa.
  
O banqueiro que era dono disto tudo fez muitas asneiras e desviou muito dinheiro para apoiar empresas que eram mal geridas, mas ninguém deu por isso, nem a família, nem os responsáveis do banco, nem os auditores do Banco de Portugal, nem mesmo o primo bonzinho, muito competente e amigo do primeiro-ministro. Quando já estava em dificuldades pediu ajuda ao primeiro-ministro, mas este só era amigo do primo bonzinho e tem alergia a negócios.
  
Então o banqueiro mau foi obrigado a abdicar mas antes de se ir embora escolheu entre os seus um deputado do PSD e um conhecido gestor pois eram gente ligada ao poder. A escolha foi aplaudida e até os que ousaram questionar a cor política foram criticados. Lá tomaram posse mas como +e melhor um pássaro  na mão do que dois a voar esqueceram-se de sair de onde estavam, continuando a ocupar esses cargos, ainda que sem qualquer estatuto ou justificação legal para as ausências.
  
A coisa não correu bem , o dinheirinho do aumento do capital já estava bem arrumado, o presidente já tinha cumprido a sua missão de ajudar o país com os seus conhecimentos de economia levando os mais otários a comprar acções do BES e o governo achou que o melhor era dividir o BES num BES boom e num BES mau. No BES bom ficavam os edifícios, os clientes com depósitos e os créditos a empresas, no BES mau ficavam os accionistas, as boas empresas do GES e o BESA. Os accionistas foram lixados e os angolanos agradeceram pois lixo não paga dívidas.
  
Foi um milagre, o Estado não perdeu o dinheiro, o primo bom continuou administrador, Passos não se meteu em negócios, só a Maria Luís é que se lixou pois o azar bateu-lhe à porta e quando já estava fazendo as malas para ir em busca da sua zona de conforto na Comissão Europeia veio o BES e tramou-a. Agora há o BES bom, o BES mau, o BEStial do Moedas que se safou e a BESta da Maria Luís que se lixou e vai continuar com os vencimentos cortados. Enfim, não se perde tudo, em 2015 recupera 20% do corte no vencimento e em 2016 talvez leve um pequeno reembolso da sobretaxa de IRS.
  
Agora o parlamento está a ouvir toda a gente para no fim aprovar por maioria e clamação um relatório a confirmar que o Carlos Costa é um pobre homem, que Passos Coelho nem ouviu falar do assunto e que a Maria Luís foi a última a saber. Quanto ao Ricardo Salgado continua a ser o dono disto tudo, dantes comprava-os com dinheiro, agora compra-os com o medo de dizer quanto lhes custaram.

Fonte:  O JUMENTO 

quarta-feira, agosto 27, 2014

Paulo Bento com poderes reforçados na seleção

O presidente da FPF anunciou hoje a criação de uma «unidade de saúde e performance». Fernando Gomes revelou também a existência de um gabinete coordenador técnico nacional, que irá englobar todas a seleções e que será liderada por Paulo Bento.













Toda a prestação de Portugal no campeonato do mundo foi rodeada de incompetência, desde a subjugação da escolha do plantel, preparação, gestão de casos, avaliação da condição física dos jogadores, escolha de cada onze até as opções tácticas. 

Como reconhecimento de todo esse desastre, nada como promover a incompetência .... 

Que tal promove-lo até um sitio em que ele não possa fazer asneira ?


terça-feira, agosto 12, 2014

Miguel Torga - 107 anos


Miguel Torga, pseudónimo de Adolfo Correia da Rocha, (São Martinho de Anta, 12 de Agosto de 1907 — Coimbra, 17 de Janeiro de 1995) foi um dos mais influentes poetas e escritores portugueses do século XX. Destacou-se como poeta, contista e memorialista, mas escreveu também romances, peças de teatro e ensaios.


A origem do pseudónimo
Em 1934, aos 27 anos, Adolfo Correia Rocha cria o pseudónimo "Miguel" e "Torga". Miguel, em homenagem a dois grandes vultos da cultura ibérica: Miguel de Cervantes e Miguel de Unamuno. Já Torga é uma planta brava da montanha, que deita raízes fortes sob a aridez da rocha, de flor branca, arroxeada ou cor de vinho, com um caule incrivelmente rectilíneo.


Portugal
Avivo no teu rosto o rosto que me deste, 
E torno mais real o rosto que te dou. 
Mostro aos olhos que não te desfigura 
Quem te desfigurou. 
Criatura da tua criatura, 
Serás sempre o que sou. 

E eu sou a liberdade dum perfil 
Desenhado no mar. 
Ondulo e permaneço. 
Cavo, remo, imagino, 
E descubro na bruma o meu destino 
Que de antemão conheço: 

Teimoso aventureiro da ilusão, 
Surdo às razões do tempo e da fortuna, 
Achar sem nunca achar o que procuro, 
Exilado 
Na gávea do futuro, 
Mais alta ainda do que no passado. 

Miguel Torga, in 'Diário X'


quarta-feira, agosto 06, 2014

O BdP mau e o BdP bom

Ainda sou do tempo em que o Banco de Portugal era mais do que a miragem de reformas douradas para serventuários do poder em fim de carreira, durante décadas o BdP sobreviveu a regimes e a crises, era uma entidade respeitável em que os cidadãos confiavam. A palavra de um governador do Banco de Portugal como o Prof. Jacinto Nunes, recentemente falecido, era inquestionável, estava dito, era como a palavra dada num negócio à moda antiga.
  
Desde que o mérito deixou de ser uma condição necessária para se chegar a governador do Banco de Portugal e os lugares de administradores começou a ser ocupado por personagens menores que apenas desejam obter uma pensão dourada o banco começou a ser um instrumento ao serviço dos governos. Os governadores passaram a ser apoiantes da política económica adoptada pelos governos e usam o prestígio da instituição para validar tudo o que qualquer ministro das Finanças decide.
  
O processo BES exibiu um governador do Banco de Portugal titubeante, incapaz de tomar uma decisão e que durante semanas enganou accionistas e clientes do BES fazendo afirmações que hoje se sabe não terem correspondido nem de perto, nem de longe à verdade. Como é que se pode confiar num governador que inventou almofadas e investidores estrangeiros, que num dia vendia confiança aos accionistas e clientes e no outro dia selecionou uns para salvar e outros para serem lixo? Como se pode confiar um governador que faz uma comunicação ao país quase à meia-noite de um domingo quando na véspera Marques Mendes disse tudo o que ele ia dizer?
  
No passado havia em Portugal um Banco de Portugal bom, gerido por gente com habilitações e dimensão humana inquestionável, gente cuja palavra era inquestionável e que inspirava confiança aos agentes económicos. Aquilo que o país tem hoje é um Banco de Portugal mau, um governador cujas declarações são tóxicas e perigosas para quem nelas confia.
  
O Presidente é o que se sabe, o governo mente todos os dias, o governador é o que sabe, os tribunais decidem com uma década de atraso. Em quem podem os portugueses confiar? Qual o investidor estrangeiro que investe num país onde Banco de Portugal e CMVM dão cobertura a um aumento de capital de mais de mil milhões que depois é roubado, onde os tribunais levam dez anos a decidir um processo, onde a comunicação é comprada, onde os presidentes dos partidos recebem gorjetas avençadas, onde nem o governo nem o Presidente dão a cara pelas suas decisões, onde o Marques Mendes tem acesso a todos os segredos do poder e dá a conhecer algumas num programa de televisão onde é remunerado como comentador?
  
Se a exposição do BES ao GES levou à destruição do BES a exposição do país a tanta incompetência, oportunismo, cobardia e corrupção vai levar inevitavelmente à sua degradação, Portugal é cada vez menos um bom país e cada vez mais um mau país.


Fonte: O Jumento

terça-feira, agosto 05, 2014

BES um novo rumo

Havia três possibilidades: o BES falia e verificavam-se perdas monstruosas; alguém generoso comprava o banco; ou era aplicado um resgate. Sendo impossíveis as duas primeiras, o País foi conduzido para a terceira hipótese e, pela primeira vez, as novas regras europeias foram usadas no salvamento de uma instituição financeira.

Este é o aspecto que mais me espanta nos comentários que tenho lido e ouvido sobre o caso BES e o aparecimento do Novo Banco: os analistas evitam referir que a solução aplicada é europeia e o dinheiro é da troika; que foi tudo negociado com a Europa, com apoio do BCE, onde o Banco de Portugal tem assento; que o dinheiro é um empréstimo temporário e remunerado; que a forma deste resgate estava escrita numa lei europeia em vigor.

No final, é bem possível que o contribuinte perca dinheiro, mas primeiro pagam os accionistas e os credores que arriscaram. A alternativa a esta intervenção era o estoiro puro e simples de um banco enorme (para a nossa dimensão), o que seria uma catástrofe económica sem precedentes.

Também me espanta a reacção partidária, sobretudo a reacção apressada do Bloco de Esquerda. À primeira pergunta (então, o que se fazia aos depósitos?), a líder do bloco começou a patinar. Os críticos desta opção têm de explicar muito bem qual era a alternativa. Como é que se salvava o banco sem aplicar a lei comunitária, em grande parte imposta pela Alemanha?

Um mito persistente afirma que a Europa é irrelevante, mas este caso prova que a zona euro começa a ter uma união bancária e mudou por completo a lógica da integração. Antes do resgate, um pequeno banco português estoirou e foi possível ao governo salvar os seus accionistas, pagando várias vezes as loucuras que tinham sido feitas (ainda estamos a pagar a conta). A intervenção seguinte, sob ajustamento, envolveu dinheiro da troika que está a ser devolvido, mas foram preservados os interesses dos accionistas e a solução leva tempo a resolver. Agora, havendo igualmente um empréstimo temporário, as regras são bem piores para os accionistas. O interesse dos contribuintes e dos depositantes conduz toda a operação, que será muito mais rápida. 

Fonte: Delito de Opinião by Luís Naves

sábado, maio 31, 2014

Tribunal inconstitucional

Portanto, o governo ao cortar o rendimento a funcionários públicos e pensionistas viola o princípio da confiança ao atingir as suas expectativas criadas, mas ao aumentar impostos, sejam eles quais forem, reduzindo o rendimento disponível e atingindo  as expectativas criadas por todos, não viola, é isso? Cortar o vencimento base ou aumentar a carga fiscal têm o mesmo efeito: redução do rendimento disponível; e é com base nele que as pessoas, pelo menos as com bom senso, gerem as suas expectativas e tomam as suas decisões financeiras. Portanto, para ser coerente com esta decisão, o Tribunal Constitucional deveria desde já prevenir o governo de que qualquer aumento de impostos é também inconstitucional.

terça-feira, março 18, 2014

O que é o pós-troika?

Para pessoas com juízo é a altura a partir da qual a mediação com os credores deixa de ser feita por uma entidade avaliadora ad hoc, perigando a credibilidade e possibilidade de financiamento do país de acordo com a loucura dos políticos.

Para a oposição (inclui parte substancial do PSD e CDS) é a oportunidade para iniciar o processo que levará ao 4º resgate.

Para os restantes portugueses é a oportunidade de se irem queixando enquanto estrangeiros vão forçando as reformas necessárias em troca do financiamento que lhes dá energia para o folclore manifestativo.



sábado, março 01, 2014

Campeonato da Europa República Checa 2015 - convocados Sub-21


Eis a lista completa de convocados da selecção Sub21 para a próxima partida de qualificação para o Campeonato da Europa República Checa 2015: 

Guarda-redes: 
 - Bruno Varela (Benfica), 
 - Daniel Fernandes (VFL Osnabruck)
 - José Sá (Marítimo);

Defesas: 
 - João Amorim (Vitória SC de Guimarães), 
 - Luís Martins (Gil Vicente FC), 
 - Miguel Rodrigues (CD Nacional), 
 - Raphael Guerreiro (FC Lorient), 
 - Paulo Oliveira (Vitória SC de Guimarães) 
 - Rúben Vezo (Valencia CF); 

Médios: 
 - André Gomes (Benfica), 
 - Tó Zé (FC Porto), 
 - Bernardo Silva (Benfica), 
 - João Mário (Vitória FC de Setúbal), 
 - Luís Gustavo (Rio Ave FC), 
 - Marcos Lopes (Manchester City), 
 - Ricardo Horta (Vitória FC de Setúbal), 
 - Rúben Pinto (Benfica
 - Sérgio Oliveira (FC Paços de Ferreira); 

Avançados: 
 - Tó Mané (Vitória SC de Guimarães), 
 - Mané (Sporting), 
 - Gonçalo Paciência (FC Porto), 
 - Ricardo Pereira (FC Porto) 
 - Ricardo Esgaio (Sporting). 

A Selecção Sub21 tem nada mais nada menos que quatro atletas do SL Benfica (o clube que mais atletas tem nesta convocatória e mesmo assim ainda perdeu um que foi para os AA - Ivan Cavaleiro) e sem contar com o Luis Martins que ainda mantém ligação ao SLBenfica...

domingo, dezembro 15, 2013

Nem tanto ao mar nem tanto à terra

Leonor Pinhão
Alemanha, Estados Unidos e Gana são os adversários de Portugal na fase de grupos do próximo Mundial.
Perdi a aposta que fiz comigo. E, por ter perdido, quase posso jurar que o sorteio foi limpo, ao contrário do que se sussurra um pouco por todo o mundo, aquele mesmo mundo onde as teorias da conspiração têm altar próprio e devotos inabaláveis.

Não deixa de ser verdade que a boa estrelinha da França causou inveja nos cinco continentes. Mas partir daí para a conclusão de que Michel Platini tem super poderes, parece-me para o exagerado.
Antes de o sorteio se efectuar, em Salvador da Baía, apostei na certeza da viciação do dito sorteio porque tinha para mim, inabalável, que Portugal cairia no grupo da Argentina. E porquê?
A FIFA, A NASA, o FMI, Hollywood e a banca mundial não poderiam deixar passar a oportunidade, raríssima, do frente-a-frente Cristiano Ronaldo - Lionel Messi, no esplendor das suas respectivas formas, no palco de um Campeonato do Mundo sob todos os holofotes do planeta.
Quanto renderia só no grande mercado audiovisual uma coisa destas?

Nem Messi nem Ronaldo vão para novos e quem sabe se no Mundial que se seguirá ao do Brasil, em 2018, estarão os dois aptos ou com disposição para o evento?
Era agora ou nunca. Argentina e Portugal juntos no mesmo grupo no arranque da competição, jogando pelo seguro os manipuladores do sorteio, já que, caindo em grupos diferentes, seria muito incerto que as duas selecções se viessem a encontrar.
Foi com grande desapontamento que, assistindo ao evento, reconheci que nos tinha calhado a Alemanha e não a Argentina. Uma pífia, Alemanha, imagine-se... Quando bom, genial mesmo, seria a Argentina de Messi. Seria bom para milhares de milhões de telespectadores em todo o mundo e seria genial para o negócio. Ou duvidam?
Posto isto, concluo que o sorteio da FIFA foi limpíssimo. Com muita pena minha, porque também aprecio uma boa teoria da conspiração.
Quem é que não gosta?
Alemanha, Estados Unidos e Gana. Conhecendo o que a casa gasta, diria que é preciso ter muito cuidado e grande concentração no jogo com o Gana, o adversário mais difícil do nosso grupo visto que é o capaz de melhor pôr em evidência um dos nossos piores e mais trágicos defeitos: a sobranceria.
É que, ouvido-vos falar, até parece que já ganhámos aos ganeses.
Perante as manifestações nacionais de optimismo desenfreado no que respeita ao resultado do jogo com o Gana no próximo Verão, no Brasil, lembrei-me imediatamente do caso de Matic em Vila do Conde, quando o resultado já estava escrito, fazendo o sérvio de propósito para levar com um cartão amarelo, certamente porque o jogo seguinte, era com o Arouca, tinha tal grau de facilidade que lhe dispensava os préstimos. Foi assim que entendi a mensagem: o jogo com o Arouca não era importante.
Penso que, pelo contrário, o jogo com o Arouca era muito importante. Gostaria muito de acreditar que, nesta edição do campeonato, o Benfica vai voltar a ter jogos tão importantes como foi de sexta-feira passada com o Arouca.
Voltemos a Vila do Conde.
O momento em si, Matic forçando o cartão amarelo, poupando-se para jogos mais importantes - já que o Arouca, enfim, é o Arouca -, transportou-me para o final da temporada passada.
Precisamente para aqueles momentos de euforia no Funchal, festejando por antecipação um título quando ainda faltava para o garantir, ganhar pelo menos ao Estoril-Praia no Estádio da Luz.
Na última jornada, com tanta ilusão de grandeza, o Benfica comportou-se como uma equipa pequena. Não aguentou a pressão de ser primeiro. Ou de ser segundo, como queiram. Terá sido por isso?
Para o Benfica, também à sua maneira fidalgo, se calhar, ser líder é ser primeiro mas ser primeiro é tão somente estar sozinho no topo da tabela. Não pode haver misturas, nem lideranças bicéfalas como na política.
Vai daí e trata de andar para trás.
É a única explicação plausível.

O Sporting é o líder isolado do campeonato porque ganhou em Barcelos por 2-0, com dois golos regulares de Montero.
Nas últimas edições da prova houve sempre intrusos na discussão pelo acesso à adorada Liga dos Campeões. Por três vezes coube ao Sporting de Braga desempenhar esse papel e, na época passada, coube a um sensacional Paços de Ferreira surpreender tudo e todos com um terceiro lugar altamente conseguido em função das disfunções dos demais concorrentes.
Ajuizadamente, os sportinguistas combinaram todos entre si jamais dizerem que a sua equipa é candidata ao título. Fazem bem. Nem o Sporting de Braga de 2009/2010, que discutiu o título até ao fim com o Benfica, se atreveu a assumir-se cedo como candidato, preferindo proteger-se com o bem mais leve estatuto de outsider.
No entanto, este ano, toda a gente leva a sério o Sporting, incluindo, naturalmente, os sportinguistas. E ninguém acredita que ao Sporting de Leonardo Jardim satisfaça, saldadas as contas, ser apenas olhado pela História como o Paços de Ferreira de 2013/2014 ou como o Braga de 2010/2011 que até foi finalista da Liga Europa, o que não é para qualquer um.
Voltemos à actualidade.
As três últimas jornadas do corrente campeonato foram riquíssimas em golpes teatrais, sendo que todos se espalharam pelas tábuas, menos o Sporting. Por isso vai à frente e quando olha para o lado não vê ninguém.
Um dos argumentos científicos para explicar a boa temporada em Alvalade aponta para a ausência de jogos das competições europeias como factor de estabilidade e da boa saúde da equipa. Menos jogos, mais treino. Menos viagens, mais treino. E, sobretudo, mais descanso quando a temporada se aproxima do meio.
O futebol é no presente e o que lá vai, lá vai. Esta é uma chamada de atenção para os meus companheiros benfiquistas.
Amigos, se a coisa correr mal este ano, esperamos que não aconteça, não me venham dizer que para sermos campeões em 2013/2014 devíamos ter ficado em 7.º lugar na época passada para não irmos à Europa cansarmo-nos e para, muito principalmente, fazermos uma aposta enérgica e decidida nos jovens talentos da nossa formação.
Nem tanto ao mar, nem tanto à terra.

ENZO PÉREZ apanhou um jogo de suspensão por ter simulado gestualmente que os ponteiros do relógio do árbitro Rui Costa estavam a precisar de manutenção técnica. Aconteceu já em período de descontos quando os jogadores do Benfica desesperavam por fazer em 4 minutos aquilo que não fizeram em 90.
O castigo fará a sua jurisprudência, naturalmente.
Este ano já ficámos a saber que cuspir num adversário vale um jogo de suspensão, pena igual à de rodar a mão para o árbitro e para as câmaras de televisão.

NENHUMA equipa portuguesa conquistará esta Liga dos Campeões na final marcada para o Estádio da Luz.
Paciência.
E, ao mesmo tempo, uma certa dose de alívio atendendo às mais recentes tendências.

EMITIR através do sistema sonoro do estádio, e bem alto, o Hino da Champions antes de cada jogo do Benfica para o campeonato nacional talvez seja a solução tipo ovo de Colombo para a desgraça que, há anos, vem afectando o nosso emblema: a série de títulos perdidos nos jogos em casa é, admitamos, uma vergonha.
Só nesta temporada, já lá vão 4 pontos com os promovidos Belenenses e Arouca.
Na temporada passada, foi o que foi. Na anterior, a mesma coisa.
É tocarem-lhes o Hino da Champions nos jogos de trazer por casa. Pode ser que resulte. Na terça-feira, contra o PSG, a motivação esteve bem à vista de todos ainda que o jogo fosse para cumprir calendário.

BENFIQUISTAS e portistas terão muito com que se entreter nos próximos dias, atirando uns aos outros a ignomínia de uma eliminação precoce na prova que é rainha na Europa. Já ouvi isto de um portista:
- Pois, o Roberto não abriu o galinheiro e vocês foram à vida.
E logo ouvi a retorquir:
- Oh pá, se não fosse o Hulk falhar aquele penaltizinho contra o Porto vocês nem à Liga Europa iam.
Maldades.

Fonte: Leonor Pinhão @ABOLA 

domingo, dezembro 01, 2013

1º de Dezembro de 1640

O 25 de Novembro e o 1º de Dezembro, são duas datas de grande importância para Portugal, que presentemente se encontram remetidas ao esquecimento. Correspondem a datas em que Portugueses se ergueram e lutaram pelos seus direitos, que devem ser sempre recordadas e utilizadas como exemplos do que somos capazes.


Modalidades - 2026/06/13

Sábado, 2026/06/13  - 21:00 - Futsal Feminino - Gcr Nun'Álvares -v- SL Benfica - Campeonato Nacional | 25/26 Domingo, 2026/06/14  - 17:...