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quarta-feira, junho 22, 2016

terça-feira, junho 14, 2016

Portugal - A Marcha de uma Nação!

Hoje os eleitos por lutarem pela nossa selecção vão entrar em campo, do outro lado estarão 11 canhões, mas deste lado estarão 11 milhões a apoiar-vos. sejam grandes!!!

quarta-feira, agosto 27, 2014

Paulo Bento com poderes reforçados na seleção

O presidente da FPF anunciou hoje a criação de uma «unidade de saúde e performance». Fernando Gomes revelou também a existência de um gabinete coordenador técnico nacional, que irá englobar todas a seleções e que será liderada por Paulo Bento.













Toda a prestação de Portugal no campeonato do mundo foi rodeada de incompetência, desde a subjugação da escolha do plantel, preparação, gestão de casos, avaliação da condição física dos jogadores, escolha de cada onze até as opções tácticas. 

Como reconhecimento de todo esse desastre, nada como promover a incompetência .... 

Que tal promove-lo até um sitio em que ele não possa fazer asneira ?


quinta-feira, março 06, 2014

Um wild-card para os que ficaram de fora

Ibrahimovic, Gareth Bale, Aaron Ramsey, Lewandowski, Szczesny, Konoplyanka, Garmash, Chiriches, Torje, Sigurdsson, Alaba, Hamsik, Cech, Ivanovic, Eriksen, Jovetic, Handanovic, Nastasic, Agger, Matic… estes são apenas alguns dos nomes grandes do futebol mundial que não irão estar presentes no próximo Mundial de futebol. Tal como muitos outros nomes grandes ao longo da história. Alguns, por ventura, nunca disputarão um Mundial de futebol. Ora por azar, ora por falta de competências diversas. Factores, que levem a tal, não faltarão.

E se tivéssemos uma selecção escolhida pela FIFA, com os melhores jogadores cujas selecções não ficaram qualificadas e integra-se um dos grupos ?

domingo, dezembro 15, 2013

Nem tanto ao mar nem tanto à terra

Leonor Pinhão
Alemanha, Estados Unidos e Gana são os adversários de Portugal na fase de grupos do próximo Mundial.
Perdi a aposta que fiz comigo. E, por ter perdido, quase posso jurar que o sorteio foi limpo, ao contrário do que se sussurra um pouco por todo o mundo, aquele mesmo mundo onde as teorias da conspiração têm altar próprio e devotos inabaláveis.

Não deixa de ser verdade que a boa estrelinha da França causou inveja nos cinco continentes. Mas partir daí para a conclusão de que Michel Platini tem super poderes, parece-me para o exagerado.
Antes de o sorteio se efectuar, em Salvador da Baía, apostei na certeza da viciação do dito sorteio porque tinha para mim, inabalável, que Portugal cairia no grupo da Argentina. E porquê?
A FIFA, A NASA, o FMI, Hollywood e a banca mundial não poderiam deixar passar a oportunidade, raríssima, do frente-a-frente Cristiano Ronaldo - Lionel Messi, no esplendor das suas respectivas formas, no palco de um Campeonato do Mundo sob todos os holofotes do planeta.
Quanto renderia só no grande mercado audiovisual uma coisa destas?

Nem Messi nem Ronaldo vão para novos e quem sabe se no Mundial que se seguirá ao do Brasil, em 2018, estarão os dois aptos ou com disposição para o evento?
Era agora ou nunca. Argentina e Portugal juntos no mesmo grupo no arranque da competição, jogando pelo seguro os manipuladores do sorteio, já que, caindo em grupos diferentes, seria muito incerto que as duas selecções se viessem a encontrar.
Foi com grande desapontamento que, assistindo ao evento, reconheci que nos tinha calhado a Alemanha e não a Argentina. Uma pífia, Alemanha, imagine-se... Quando bom, genial mesmo, seria a Argentina de Messi. Seria bom para milhares de milhões de telespectadores em todo o mundo e seria genial para o negócio. Ou duvidam?
Posto isto, concluo que o sorteio da FIFA foi limpíssimo. Com muita pena minha, porque também aprecio uma boa teoria da conspiração.
Quem é que não gosta?
Alemanha, Estados Unidos e Gana. Conhecendo o que a casa gasta, diria que é preciso ter muito cuidado e grande concentração no jogo com o Gana, o adversário mais difícil do nosso grupo visto que é o capaz de melhor pôr em evidência um dos nossos piores e mais trágicos defeitos: a sobranceria.
É que, ouvido-vos falar, até parece que já ganhámos aos ganeses.
Perante as manifestações nacionais de optimismo desenfreado no que respeita ao resultado do jogo com o Gana no próximo Verão, no Brasil, lembrei-me imediatamente do caso de Matic em Vila do Conde, quando o resultado já estava escrito, fazendo o sérvio de propósito para levar com um cartão amarelo, certamente porque o jogo seguinte, era com o Arouca, tinha tal grau de facilidade que lhe dispensava os préstimos. Foi assim que entendi a mensagem: o jogo com o Arouca não era importante.
Penso que, pelo contrário, o jogo com o Arouca era muito importante. Gostaria muito de acreditar que, nesta edição do campeonato, o Benfica vai voltar a ter jogos tão importantes como foi de sexta-feira passada com o Arouca.
Voltemos a Vila do Conde.
O momento em si, Matic forçando o cartão amarelo, poupando-se para jogos mais importantes - já que o Arouca, enfim, é o Arouca -, transportou-me para o final da temporada passada.
Precisamente para aqueles momentos de euforia no Funchal, festejando por antecipação um título quando ainda faltava para o garantir, ganhar pelo menos ao Estoril-Praia no Estádio da Luz.
Na última jornada, com tanta ilusão de grandeza, o Benfica comportou-se como uma equipa pequena. Não aguentou a pressão de ser primeiro. Ou de ser segundo, como queiram. Terá sido por isso?
Para o Benfica, também à sua maneira fidalgo, se calhar, ser líder é ser primeiro mas ser primeiro é tão somente estar sozinho no topo da tabela. Não pode haver misturas, nem lideranças bicéfalas como na política.
Vai daí e trata de andar para trás.
É a única explicação plausível.

O Sporting é o líder isolado do campeonato porque ganhou em Barcelos por 2-0, com dois golos regulares de Montero.
Nas últimas edições da prova houve sempre intrusos na discussão pelo acesso à adorada Liga dos Campeões. Por três vezes coube ao Sporting de Braga desempenhar esse papel e, na época passada, coube a um sensacional Paços de Ferreira surpreender tudo e todos com um terceiro lugar altamente conseguido em função das disfunções dos demais concorrentes.
Ajuizadamente, os sportinguistas combinaram todos entre si jamais dizerem que a sua equipa é candidata ao título. Fazem bem. Nem o Sporting de Braga de 2009/2010, que discutiu o título até ao fim com o Benfica, se atreveu a assumir-se cedo como candidato, preferindo proteger-se com o bem mais leve estatuto de outsider.
No entanto, este ano, toda a gente leva a sério o Sporting, incluindo, naturalmente, os sportinguistas. E ninguém acredita que ao Sporting de Leonardo Jardim satisfaça, saldadas as contas, ser apenas olhado pela História como o Paços de Ferreira de 2013/2014 ou como o Braga de 2010/2011 que até foi finalista da Liga Europa, o que não é para qualquer um.
Voltemos à actualidade.
As três últimas jornadas do corrente campeonato foram riquíssimas em golpes teatrais, sendo que todos se espalharam pelas tábuas, menos o Sporting. Por isso vai à frente e quando olha para o lado não vê ninguém.
Um dos argumentos científicos para explicar a boa temporada em Alvalade aponta para a ausência de jogos das competições europeias como factor de estabilidade e da boa saúde da equipa. Menos jogos, mais treino. Menos viagens, mais treino. E, sobretudo, mais descanso quando a temporada se aproxima do meio.
O futebol é no presente e o que lá vai, lá vai. Esta é uma chamada de atenção para os meus companheiros benfiquistas.
Amigos, se a coisa correr mal este ano, esperamos que não aconteça, não me venham dizer que para sermos campeões em 2013/2014 devíamos ter ficado em 7.º lugar na época passada para não irmos à Europa cansarmo-nos e para, muito principalmente, fazermos uma aposta enérgica e decidida nos jovens talentos da nossa formação.
Nem tanto ao mar, nem tanto à terra.

ENZO PÉREZ apanhou um jogo de suspensão por ter simulado gestualmente que os ponteiros do relógio do árbitro Rui Costa estavam a precisar de manutenção técnica. Aconteceu já em período de descontos quando os jogadores do Benfica desesperavam por fazer em 4 minutos aquilo que não fizeram em 90.
O castigo fará a sua jurisprudência, naturalmente.
Este ano já ficámos a saber que cuspir num adversário vale um jogo de suspensão, pena igual à de rodar a mão para o árbitro e para as câmaras de televisão.

NENHUMA equipa portuguesa conquistará esta Liga dos Campeões na final marcada para o Estádio da Luz.
Paciência.
E, ao mesmo tempo, uma certa dose de alívio atendendo às mais recentes tendências.

EMITIR através do sistema sonoro do estádio, e bem alto, o Hino da Champions antes de cada jogo do Benfica para o campeonato nacional talvez seja a solução tipo ovo de Colombo para a desgraça que, há anos, vem afectando o nosso emblema: a série de títulos perdidos nos jogos em casa é, admitamos, uma vergonha.
Só nesta temporada, já lá vão 4 pontos com os promovidos Belenenses e Arouca.
Na temporada passada, foi o que foi. Na anterior, a mesma coisa.
É tocarem-lhes o Hino da Champions nos jogos de trazer por casa. Pode ser que resulte. Na terça-feira, contra o PSG, a motivação esteve bem à vista de todos ainda que o jogo fosse para cumprir calendário.

BENFIQUISTAS e portistas terão muito com que se entreter nos próximos dias, atirando uns aos outros a ignomínia de uma eliminação precoce na prova que é rainha na Europa. Já ouvi isto de um portista:
- Pois, o Roberto não abriu o galinheiro e vocês foram à vida.
E logo ouvi a retorquir:
- Oh pá, se não fosse o Hulk falhar aquele penaltizinho contra o Porto vocês nem à Liga Europa iam.
Maldades.

Fonte: Leonor Pinhão @ABOLA 

quarta-feira, agosto 14, 2013

Futebol - Amigáveis - 20130814

quarta-feira, 14/Agosto/2013
 - 11:15 - Japão (2.5) -v- Uruguai (2.7) - Jogos amigáveis internacionais - Mundo
 - 17:00 - Hungria (sub-19) (4.75) -v- Alemanha (sub-19) (1.6) - Amigáveis internacionais (sub-19) - Mundo
Alyssa Miller
 - 17:00 - Rep. Checa (sub-21) (2.6) -v- Holanda (sub-21) (2.4) - Amigáveis internacionais sub-21 - Mundo
 - 17:00 - Eslováquia (sub-21) (3.3) -v- Itália (sub-21) (1.95) - Amigáveis internacionais sub-21 - Mundo
 - 17:45 - Portugal (sub-21) (1.65) -v- Suíça (sub-21) (4.4) - Amigáveis internacionais sub-21 - Mundo
 - 19:30 - Áustria (2.1) -v- Grécia (3.4) - Jogos amigáveis internacionais - Mundo
- 19:45 - Suíça (4.75) -v- Brasil (1.65) - Jogos amigáveis internacionais - Mundo
 - 19:45 - Albânia (2.2) -v- Arménia (3.2) - Jogos amigáveis internacionais - Mundo
 - 19:45 - Alemanha (1.22) -v- Paraguai (11) - Jogos amigáveis internacionais - Mundo
 - 19:45 - Itália (2.4) -v- Argentina (2.9) - Jogos amigáveis internacionais - Mundo
 - 20:00 - Bélgica (2.35) -v- França (2.85) - Jogos amigáveis internacionais - Mundo
 - 20:00 - Inglaterra (1.4) -v- Escócia (8) - Jogos amigáveis internacionais - Mundo
 - 20:30 - Portugal (2.35) -v- Holanda (2.9) - Jogos amigáveis internacionais - Mundo
 - 21:00 - Equador (4.75) -v- Espanha (1.67) - Jogos amigáveis internacionais - Mundo
 - 23:30 - Santos (1.85) -v- Vasco da Gama (3.9) - Série A - Brasil

quinta-feira 15/Agosto/2013
 - 01:50 - Fluminense (2.4) -v- Corinthians (2.7) - Série A - Brasil
 - 01:50 - Goiás (2.4) -v- Flamengo (2.75) - Série A - Brasil
 - 02:00 - México (2.25) -v- Costa do Marfim (3.1) - Jogos amigáveis internacionais - Mundo
 - 23:30 - São Paulo (1.95) -v- Atlético PR (3.4) - Série A - Brasil

terça-feira, junho 12, 2012

Troika ?! Nos queremos é golos!!!

Basta uma vitoria na quarta-feira para Portugal esquecer a Troika e os efeitos da crise, para que entre na loucura total

sábado, junho 02, 2012

Estamos todos em jogo


Com muitas duvidas, mas colocando sempre Portugal em primeiro lugar, vamos lá tentar acreditar neste onze.

terça-feira, janeiro 18, 2011

A culpa não é dele, é nossa

Carlos Queiroz disse esta segunda-feira que os maus resultados contra o Chipre (4-4) e a Noruega (0-1) não são da sua responsabilidade porque a FPF nem sequer o deixou «aproximar-se do hotel» onde os jogadores estagiaram. O antigo seleccionador assumiu ter participado na primeira convocatória mas desmarca-se das decisões de Agostinho Oliveira nessas partidas de qualificação para o Euro2012.
Fonte: ZeroZero

E mais a frente vem dizer que os resultados obtidos pelo Paulo Bento a frente da selecção se devem a melhores condições que disponibilizadas.

Primeiro desmarca-se dos maus resultados obtidos pela sua própria equipa, fruto da continuidade do seu próprio trabalho. E depois diz que o “chão estava torto”. Discurso de um perdedor nato.

O seu único ponto a favor, foi a forma como a FPF não soube tratar da sua saída. Tudo o resto aponta contra ele, como responsável pelos maus resultados da selecção.

quarta-feira, outubro 21, 2009

A minha pátria já está no Mundial

Bom, não estará completamente, mas para lá caminha. Não quero parecer demasiado optimista. É certo que faltam ainda uns dois jogos decisivos mas, em princípio, em breve fica tudo resolvido e a minha nação estará na África do Sul:
Luisão e Ramires já se apuraram,
Aimar e Di María (e, quem sabe, Saviola) também,
Óscar Cardozo está igualmente qualificado,
Quim, César Peixoto e Nuno Gomes podem estar quase,
assim como Maxi Pereira,
e o seleccionador de Javi Garcia já disse que o tem debaixo de olho.

Vai ser um Mundial em cheio, talvez como o de 1990, em que também estivemos presentes. Decorria a fase de grupos quando o meu primo me telefonou:
«Estás a ver o jogo do Benfica?» Claro que estava. Boa parte das pessoas chamava-lhe Brasil-Suécia, mas era o jogo do Benfica:
Ricardo Gomes, Mozer, Valdo, Schwarz, Thern e Magnusson como titulares, e Glenn Stromberg ainda entrou, para dar ao jogo um cheirinho a velhas glórias.
Foi um belo desafio dos meus compatriotas. Espero que o próximo Mundial me traga mais desses.

Talvez a maioria dos leitores não compreenda, mas sempre senti que o meu país é o Benfica. Sou português, claro, até porque o Benfica é português. Sou lisboeta, até porque o estádio da Luz fica em Lisboa. Mas a minha pátria é o Benfica. Sempre achei que pertencia mais ao país de Schwartz, Valdo e Filipovic do que ao de Fernando Couto, Jorge Costa e Sá Pinto.
Os jogadores do Benfica são meus compatriotas; os da selecção nacional, nem sempre. Muito provavelmente, o leitor considerará que sou estranho, mas eu sinto-me muito mais compatriota de Ruben Amorim ou Fábio Coentrão do que de Liedson ou Pepe. É absurdo, eu sei, mas é assim.

Tenho estado a fazer uns tratamentos e aguardo resultados positivos em breve. Todos os dias, escrevo 10 vezes num caderno a frase
«O Benfica não é obrigado a golear todos os jogos».
E depois leio e finjo que acredito. Tudo isto serve para tentar moderar o entusiasmo, que é injustificado. O calendário tem sido favorável ao Benfica. Ainda não defrontou Porto, ou Sporting, o que já aconteceu com os outros.
O Benfica limitou-se a dar três ao facílimo Paços de Ferreira (que empatou com o Porto) e dar quatro ao muito macio Belenenses (que empatou com o Sporting).
Tudo jogos fáceis, claro.
O avanço do Benfica não significa nada. Basta-me repetir esta frase um bom número de vezes e pode ser que passe a acreditar nisso. Os sportinguistas e portistas já conseguiram. Deve ser uma tarefa simples.

Fonte : RAP @ Chama Imensa in Jornal "Abola" - 2009/10/17

sábado, outubro 10, 2009

E começa o tudo ao nada.

Depois de uma campanha atribulada, a nossa selecção começa hoje o primeiro de dois desafios decisivos, uma eliminatória em que teve a oportunidade por diversas vezes de ficar resolvida, somos colocados na condição de ficar fora do Mundial de futebol de 2010 na África do sul. Num grupo que devia ser acessível, perdemos pontos frente a equipas mais fracas as quais devíamos ter ganho sem qualquer duvida.

Embora discorde por completo do nosso seleccionador, a verdade é que sou Português e sou fiel as minhas causas, mesmo que a frente da selecção este já um teórico sem capacidade de organizar uma e equipa, mesmo que a nossa selecção tenha jogadores que não merecem lá estar. Eu irei estar sempre com eles até ao apito final.

Para hoje espero uma vitoria incontestável, mesmo que seja por apenas mais um golo, seja o golo marcado por quem for. Já não se trata de pedir um bom espectáculo de futebol, mas sim um resultado positivo.

segunda-feira, setembro 07, 2009

É o nosso fado

Durante uma fase da historia, Portugal conseguiu diferenciar-se dos restantes por ser um pais com iniciativa, que sabia aceitar e enfrentar os desafios. Depois disso passou a cumprir os mínimos exigidos e a conseguiram os seus objectivos apenas com a ajuda de terceiros. Lembro-me que na década de 80 as queixas era que as principais selecções tinham estrelas a jogar nas principais equipas, em 90 veio as queixas de tínhamos os jogadores a jogar no estrangeiro e que não estavam habituados a jogar juntos. Com o Scolari na selecção e com o trabalho de Mourinho no fcp, a selecção passou a ser uma das melhores equipas do mundo.
Actualmente achamos que faltam bons jogadores em Portugal pelo que a selecção voltou 20 anos atrás, para uma altura em que ganhar a Malta ou ao Liechtenstein era uma grande vitoria, todas as outras selecções eram temíveis frente a Portugal.
Com a saída do Scolari (que soube sair na altura certa), a equipa das quinas perdeu tudo o que tinha sido construído durante a sua passagem por Portugal. Mais do que ter utilizado um modelo de jogo assente nos jogadores Portugueses do fcp, o que Scolari soube, e bem, construir foi a união em torno da selecção e da própria selecção.
É certo que o apoio dos adeptos só se faz com base em vitorias e em boas exibições, Scolari soube motivar o orgulho dos Portugueses em torno da selecção e mostra que exigia o melhor de cada jogador. Dando confiança a cada jogador, a equipa e aos adeptos. Hoje ninguém confia, nem acredita na selecção nacional.

Hoje, a selecção Nacional esta longe de ser um equipa una, de jogarem como equipa. Uma defesa que fica coxa sempre que ataca, pois o meio campo não faz as devidas compensações pelas subidas dos alas. Um meio campo muito permissivo, que preenche muito o miolo, defende a zona e que não consegue colocar a bola nos avançados, nem avançar com a bola. Por fim os avançados, que deviam desmarcar-se e ter a bola jogável frente a baliza, pelo contrario são mal fornecidos de lances de ataque, gozam de liberdade na frente mas ficam desligados da equipa, pois o resto da equipa não só acompanha no ataque, não integra o ataque, nem os fornece como deve de ser.

Para o jogo frente a Dinamarca, em que o único resultado positivo era a vitoria, não se percebe o porque de ter enchido o meio campo com jogadores defensivos e ter deixado na frente 2 extremos. Nem os médios defensivos conseguiram passar a muralha de 7 jogadores defensivos da Dinamarca, nem os avançados conseguiram desmarcar-se no meio das torres dinamarquesas. Mais incompreensível é o facto de estar a perder e não abrir a frente de ataque.
A transposição da bola para o ataque, podia ter sido feita pelos laterais (Duda e Boswingua) desde que o Raul Meireles e o Tiago fizessem as devidas compensações. Ou com a colocação dos extremos Simão/Nani/Ronaldo e no ataque 2 avançados (Liedson e Nuno Gomes). Atrás dos avançados, faz todo o sentido manter o Deco (e não pelas faixas) ou adaptar Ronaldo (que passou grande parte da 2ª parte por essas zonas), para pautar o jogo.

A interpretação do jogo do Carlos Queiroz é um erro total, que fez demasiadas experiencias e não conseguiu ter uma equipa completa. Fez com que a selecção joga-se um futebol muito fechado no meio campo, mas descurado nas laterais e entregando o ataque a criatividade e rasgos de génio individual.

A ida a África do Sul depende de terceiros, mesmo ganhando os 2 jogos com a Hungria e o jogo com a Malta, ainda teremos de rezar para que a Hungria e Suécia não ganhem os próximos jogos. A ida ao mundial esta assim muito longe.
Mesmo a jogar mal, espero que tenhamos a sorte que não tivemos até agora. Temos tido azar desde a entrada do Queiroz.

Curioso é que a equipa técnica sempre diz que esta a trabalhar para o futuro, ou seja já estão a pensar em algo mais alem de 2010. Se o mundial de 2010 já é carta fora do baralho, não devia já ter-se incluído os principais juniores ?

domingo, novembro 23, 2008

Quem já tem saudades de Scolari ponha o dedo no ar

Quando o seleccionador que obteve os melhores resultados de sempre na história do futebol português foi para o Chelsea, meia dúzia de comentadores manifestaram alegria. Estamos a falar de gente cuja profissão é analisar os jogos, pensar sobre eles, e falar das jogadas de modo a que ninguém entenda. Gente entendida em futebol. Mesmo assim, festejaram a saída do seleccionador que apurou Portugal para todas as competições que disputou, foi vice-campeão da Europa e quarto classificado no Mundial. Neste momento, duvido que não tenham já uma pontinha de saudade de Scolari. Eu, com os resultados que a Selecção tem feito, até dou por mim a ter saudades de António Oliveira. Sem ofensa para Queirós.

Ao contrário do que se tem dito, porém, Portugal obteve no Brasil um bom resultado. Sempre ouvi dizer que à meia dúzia é mais barato. Nos tempos de crise em que vivemos, parece-me muito sensato optar pelo que fica mais em conta. Por outro lado, foi um jogo que serviu para estreitar as relações entre os dois países. Futebolisticamente, há uma cooperação luso-brasileira que é tão eficaz como enternecedora. Reparem: há tempos o nosso seleccionador era um brasileiro que levou Portugal aos melhores resultados de sempre; agora temos um português que faz o Brasil jogar muito bem. Estamos perante um intercâmbio que é vantajoso para ambas as partes.

É possível que, para os defensores de Queirós, o seleccionador ainda não mereça uma avaliação negativa. Para quem não achou grave a derrota com a Dinamarca e o empate com a Albânia, levar a maior goleada dos últimos 50 anos são amendoins. Até porque há sempre as forças obscuras da Federação, que não deixam o professor trabalhar. São forças que conspiram selectivamente: ajudaram Scolari a ter êxito, ou pelo menos não o prejudicaram, mas agora trabalham na sombra para minar o caminho de Carlos Queirós. Foram essas forças que, provavelmente, convenceram o professor a ir jogar ao Brasil sem trinco nem ponta-de-lança. O grande dilema, para o espectador que não conhece os meandros escuros da Federação, nem sabe quem são as pessoas que lá trabalham a favor de Scolari e contra Queirós, é o de saber se será mais vantajoso deixar o professor Queirós varrer a porcaria da Federação ou incentivar a Federação a varrer a porcaria do professor Queirós. A única convicção que é possível ter é a de que há ali porcaria de certeza absoluta.

Em todo o caso, passado este tempo sobre a partida do ex-seleccionador, creio que já não faz sentido falar do fantasma de Scolari. Aliás, se viu o jogo, Scolari terá dito, provavelmente: «O Robinho passa pelo Pepe como se ele não existisse, e o fantasma sou eu?»

by RAP in Jornal Abola - 20081123

terça-feira, novembro 18, 2008

Alguem viu a droga ?


Será que alguem o vai levar a serio ?

O Maradona já mostrou que foi um bom jogador, mas teve actitudes erradas enquanto jogador e após se retirar. Surge agora como uma figura de proa do comando de uma selecção, como será quando ele compreender que não é ele que manda na selecção ?
Terá a capacidade para se impor e se fazer respeitar ? é certo que para os argentinos ele esta acima de Deus, irá lá manter-se enquanto as estrelas argentinas brilharem.

Por ser uma das minhas selecções preferidas, espero que essas estrelas brilhem e ofusquem todas as outras selecções.

sábado, junho 07, 2008

Hoje é dia de jogo, todos a uma só voz

Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente e imortal
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria, sente-se a voz
Dos teus egrégios avós
Que há-de guiar-te à vitória!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!

segunda-feira, junho 02, 2008

Selecção Nacional

A selecção nacional despediu-se de Viseu sem receber um dos nossos hinos nacionais, o Quim Barreiros, ídolo nacional que desta vez ficou a margem, tendo sido ultrapassado pelo Tony Carreira e luso-brasileiro Roberto Leal (este sim entende-se). Acabou-se os gritos estericos, as romarias ao fontelo e os directos televisivos, com os pivots a fazerem o ponto de situação da visita da selecção a antiga capital do cavaquistão.

Tendo sido recebida pelo presidente, de também todos nos, na hora da despedida para a Suíça, os jogadores são felicitados e pede-se vitorias, tudo isto com largo acompanhamento da comunicação social. Pão e circo para o povo. Estando o pão caro, ficamos pela televisão-brejeira e pelo futebol-chique. Se o Salazar tivesse uma selecção ganhadora de títulos, ainda hoje não teria caído da cadeira.

Na Suíça, é o reencontro dos imigrantes com Portugal, afinal os jogadores não servem só para aparecerem na capa das revistas e mostraram a opulência do luxo em que vivem, também podem ser utilizados como a marca de Portugal e puxar pelo nosso sentido patriótico. Se o Sócrates coloca-se o Cristiano Ronaldo a anunciar as medidas do governo, ninguém iria entender, mas desde que ele marca-se golos tudo podia ser.

Agora espera-se que com a chegada a Suíça, todo o mediatismo fique de folga até a final do Europeu, espera-se que comecem a trabalhar e que sejam uma equipa. Nada de nereidas, real Madrid, transferências, anúncios estúpidos da tmn, caras, contractos, samba, etc.