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quarta-feira, agosto 10, 2011

A agressão ao Sr.Proença

Todo e qualquer tipo de violência é de criticar, seja qual for o seu clube.
É certo que o Sr. Proença tem andado em campo nos últimos anos a delapidar o Benfica de pontos pelos quais lutou. Enquanto que o Sr. Proença descansa a sombra da bananeira, os adeptos do Benfica lamentam-se do péssimo trabalho feito por esse senhor, que tem afastado o Benfica dos títulos e disputa de outras provas, beneficiando sempre o mesmo clube.

Mas nada justifica a agressão, o Sr. Proença devia ser julgado pela sua péssima actuação na tentativa de ser o arbitro (imparcial) de um jogo de futebol. Mas se esta agressão foi cometida, como se diz, por um adepto do Benfica, pela qual foi detido e será julgado, não é uma agressão cobarde, pois deu a cara, não é impune e irá assumir as responsabilidades pelo que faz.


A agressão é considerada um acto cobarde, mas cobarde são aqueles que :
- atacam em grupo e de cara tapada a comitiva do Benfica e dos seus adeptos
- atiram bolas de golfe aos jogadores do Benfica, durante o jogo
- são pagos para escrever noticias a denegrir a imagem do Benfica e provocar a discórdia no seio do plantel
- andam durante anos a atacar o Benfica, apenas porque tem antigas contas a ajustar com o presidente LFV.

Será que esse Sr. Proença vai levar tantos pontos quantos os que já tirou ao Benfica ?

sábado, novembro 28, 2009

Atenção ao criativo do Sporting: Pedro Proença

Quem será o elemento mais perigoso para o Benfica, no derby de hoje?

A resposta é evidente: o nosso adversário mais criativo será o árbitro Pedro Proença.
Quem se lembra do modo como, no ano passado, inventou um penalty a favor do Porto por falta inexistente de Yebda sobre Lisandro Lopez, reconhece nele um criativo com muita imaginação e capacidade de decidir uma partida.

Na dúvida, Pedro Proença decide sempre contra o Benfica. Prejudicar o clube que alegadamente prefere foi a forma que encontrou de exibir uma suposta imparcialidade. Outra hipótese era arbitrar de acordo com as leis do jogo, mas é mais difícil.
A comissão de arbitragem retribui nomeando-o sistematicamente para jogos importantes. É mais um factor de interesse para o jogo de hoje: como vai Pedro Proença prejudicar o Benfica para mostrar a toda a gente que é um benfiquista imparcial?
Com Yebda a jogar em Inglaterra, será mais difícil, mas para Proença não há impossíveis.

Repare o leitor na dualidade de critérios que grassa no futebol português: o Porto foi a Oliveira do Azeméis jogar com um desses clubes pequenos cujo relvado é reconhecidamente péssimo. O jogo foi adiado até que haja condições para jogar. O Benfica vai a Telheiras jogar com um desses clubes pequenos cujo relvado é reconhecidamente péssimo. O jogo realizar-se-á na data prevista.
Pior para nós, uma vez que o Sporting atravessa um bom momento. Tem um treinador, mas comunicou a sua contratação à CMVM de madrugada e ainda não o apresentou. A primeira vez que apareceu, foi na internet — como os boatos e os vírus informáticos.
É um treinador clandestino, o que constitui uma vantagem: assim, os adeptos não sabem na direcção de quem agitar lenços brancos.
Há uns meses, o presidente do Sporting disse que o fundo de jogadores do Benfica era uma vergonha. Agora quer, sem grande sucesso, imitá-lo. O que desejo para o derby desta noite é exactamente isso: um resultado que os sportinguistas considerem hoje uma vergonha e que, no futuro, pretendam, sem sucesso, imitar.

Não será fácil, visto que o Benfica vive tempos difíceis.

O derby joga-se precisamente na altura em que o clube se vê mergulhado num escândalo.
Há uns anos, se bem se recordam, a Selecção Nacional passou por escândalo muito semelhante: num estágio, os jogadores tinham estado agarrados a senhoras cuja profissão dizem ser, embora eu não concorde, pouco digna.
Esta semana, calhou ao Benfica: Jorge Jesus apareceu na imprensa abraçado a uma pessoa cuja profissão é, de facto, pouco digna. Foi repugnante e esperamos todos que não se repita.

Cada vez gosto mais da série Liga dos Últimos. Na semana passada, o episódio era especialmente divertido: foi preenchido com a transmissão integral de um jogo entre os Pescadores da Costa da Caparica e outra colectividade cujo nome já não recordo.

O costume: treinadores patuscos, adeptos rústicos, jogadores com mais vontade que talento. Na primeira parte, os Pescadores dominaram. Os adversários não pareciam capazes de vencer onze peixeiras, quanto mais pescadores.
Na segunda parte, porém, algum excesso de confiança dos Pescadores permitiu uma surpreendente reviravolta. Quem diz que nos escalões inferiores não há emoção?

Fonte : RAP @Chama Imensa in Jornal "A Bola" - sábado, 2009/11/28

domingo, setembro 27, 2009

Pedro Proença, um homem do avesso

Se alguma vez eu for, em tribunal acusado de algum crime por uma testemunha ocular, espero sinceramente que essa testemunha seja o árbitro Pedro Proença. Aquilo que Pedro Proença presencia é sempre o rigoroso oposto daquilo que ele pensa que presenciou - o que é extremamente curioso. As coisas acontecem de pernas para o ar à frente de Pedro Proença. O mundo, que está direito para nós, apresenta-se-lhe do avesso. Repare o leitor: no ano passado, no estádio do Dragão, Yebda não cometeu qualquer falta sobre Lisandro López. Pedro Proença assinalou a respectiva grande penalidade. Na semana passada,

Álvaro Pereira cometeu penalty sobre Alan. Pedro Proença, como é evidente, mandou seguir. Ambas as situações foram avaliadas ao contrário, e foi isso que me permitiu detectar aqui um padrão interessante. Só há uma coisa que nunca se inverte: quem está de azul e branco, sai beneficiado; quem está de vermelho, sai prejudicado.

O lagarto e o dragão são dois bichos escamosos que largam gosma. Este é um primeiro ponto.
O segundo ponto é este: Pinto da Costa e José Eduardo Bettencourt vão assistir ao FC Porto-Sporting juntos, na tribuna presidencial do estádio do Dragão. Depois de ter assistido ao Nacional-Sporting junto do homem que prometeu ao seu clube o Paulo Assunção e, à última hora, o levou para o FC Porto, Bettencourt prepara-se agora para assistir ao FC Porto-Sporting junto do homem que recebeu o jogador que o seu clube estava quase a contratar. Os sportinguistas, que se saiba, não dizem nada. A única vez que censuraram uma atitude do presidente do Sporting foi quando ele cometeu o gravíssimo delito de dizer que o plantel do Benfica era bom. Mas hoje, Bettencourt terá, enquanto estiver sentado ao lado do dirigente que está a cumprir pena de suspensão de dois anos por tentativa de corrupção, a admiração dos sócios do Sporting. A menos que elogie o Benfica, claro.

O FC Porto-Sporting de hoje é, não me custa reconhecê-lo, um duelo de titãs. A equipa à qual foi perdoado o penalty de Álvaro Pereira sobre Alan, em Braga, defronta a equipa à qual foi perdoado um penalty de Miguel Veloso sobre Toy, em Alvalade, e a favor da qual se marcou um penalty inexistente. Prevejo, portanto, um jogo com muito futebol por alto. Quando duas equipas estão a ser levadas ao colo, não faz sentido jogar a bola pela relva. Ao colo do árbitro, os jogadores têm alguma dificuldade de chegar com os pés ao chão.

terça-feira, fevereiro 17, 2009

Pedro Proença dignificou a arbitragem portuguesa

Recebi inúmeras mensagens de gente genuinamente impressionada por eu ter previsto aqui, na véspera do Porto-Benfica, que a arbitragem de Pedro Proença seria o que veio a ser. Eu gosto muito de impressionar pessoas, mas devo confessar que, neste caso, não tenho qualquer mérito. O que se passou no Estádio do Dragão é exactamente o que se passa todos os anos. É como prever que este ano vai haver Natal em Dezembro. Não tem dificuldade nenhuma. De facto, assistir ao Porto-Benfica é ver o mesmo filme todos os anos. Há alturas do ano em que a televisão transmite sempre os mesmos filmes: é a Música no Coração no Natal, o Ben Hur na Páscoa e o Porto-Benfica a meio da época: já toda a gente sabe como é que aquilo acaba. A única coisa que vai mudando são os protagonistas. Este ano, Yebda desempenhou um papel que já foi de Kandaurov, Amaral, João Pinto, Éder e muitos outros. Não se pode dizer que seja um papel difícil de desempenhar. Na maior parte das vezes, basta estar quieto. Não é preciso fazer mesmo nada.

Na véspera do jogo, Pedro Proença disse que pretendia dignificar a arbitragem portuguesa - e fê-lo. Se tivesse dito apenas que queria dignificar a arbitragem, teria falhado. O que ele fez não tem nada a ver com arbitragem. Mas a arbitragem portuguesa é exactamente aquilo.

Quando se comete um crime, convém que haja o menor número de testemunhas possível. Talvez por isso, a organização do Porto-Benfica retardou ao máximo a entrada no estádio dos adeptos do Benfica. Alguns chegaram horas antes do jogo e só conseguiram entrar ao intervalo. O Porto disse que a responsabilidade era da polícia, mas o director nacional da PSP culpou o Porto por não ter disponibilizado assistentes de recintos desportivos suficientes. É óbvio que este director nacional da polícia não tem irmãos futebolistas.


Eu ainda me lembro daquela escuta telefónica em que Pinto da Costa manifesta intenção de contratar o irmão de um comissário de polícia de Gaia para o colocar a rodar num clube dos escalões inferiores porque agente de autoridade daquela categoria «dá sempre jeito». Um director nacional dá mais jeito ainda, mas este, se calhar, só tem irmãs, e o Porto não deve ter futebol feminino.

Alguns benfiquistas manifestam alguma perplexidade sempre que eu me refiro ao estádio do Porto com o nome que lhe foi dado pelo clube nortenho: Estádio do Dragão. Dizem que eu não devia ceder à designação oficial, que não é merecedora da nossa aprovação. Discordo. Quanto mais gente chamar aquele recinto pelo nome, melhor. É muito apropriado ao sítio, na medida em que o dragão é como a maioria das grandes penalidades assinaladas a favor do Porto ali: na realidade, não existe. Mais: é importante não esquecer que S. Jorge matou um dragão. Trata-se de um indivíduo que era santo, notem. E, mesmo assim, o animal deu-lhe cabo da paciência a ponto de levar o homem a matá-lo. É capaz de ser exactamente por isso que o beatificaram, aliás.

Fonte : RAP @ Jornal Abola - 2008/02/15

segunda-feira, fevereiro 16, 2009

quinta-feira, fevereiro 12, 2009

Imagens que falam por sí

Il n'ya pas de pénalité

Não foi penalty, para todos não foi penalty, foi uma autentica simulação, que o palhaço assinalou sem duvidas. Já reconheceu que errou, só não explicou porque errou, se estava a 5 metros do lance, melhor posicionado do que qualquer outra pessoa. Errou por incompetência (não sabe o
que é um penalty) ou intencionalmente ?

Mais me parece que o jogo estava demasiado equilibrado para o lado do Benfica e dada a incompetência da equipa adversária em mudar o marcador, o palhaço intencionalmente deu a sua “mãozinha”. Mãozinhas, só se aceita de DEUS e de Vata.

Já se sabe que o Benfica não esta a jogar um futebol bonito, mas frente ao fcp, mostrou que tem bons jogadores e que sabe ter uma boa equipa, ou quando os jogadores estão em dia sim, tudo pode correr bem. Não se pode dizer que nenhum dos jogadores tenha jogado mal, nenhum se destacou, mas sim todos se destacaram. A Equipa chegou ao golo porque foi a equipa que mais oportunidade de golo criou, que se mostrou muito superior a equipa adversária, apenas encontrando um o obstaculo, o palhaço. Fica aquela sensação de que podiamos ter saido de lá como vencedores, que a vitoria seria justissima.

É uma pena que o Quique Flores tenha assumido o empate como um bom resultado, se tivesse arriscado é certo que podiamos ter perdido, mas se tivesse entrado o Nuno Gomes mais cedo e o Cardozo, o jogo seria diferente com os dois na frente. Acredito que vitoria seria nossa.

Resultado Final : FCP 1 -v- SL Benfica 1

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1-v-1 Lucho

Palhaço : Pedro Proença