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quarta-feira, outubro 10, 2018

Runaway - Del Shannon



As I walk along I wonder
what went wrong with our love
a love that was so strong
And as I still walk on I think of
the things we've done together
while our hearts were young

I'm a-walkin' in the rain
tears are fallin' and I feel the pain
Wishin' you were here by me
to end this misery
And I wonder, I wo-wo-wo-wo-wonder
Why, why-why-why-why-why she ran away
And I wonder, where she will stay
My little runaway, run-run-run-run runaway


Tema: Runaway 
Artista : Del Shannon



terça-feira, abril 25, 2017

25 Abril - A canção é uma Arma - VII

Por teu livre pensamento
Foram-te longe encerrar
Tão longe que o meu lamento
Não te consegue alcançar
E apenas ouves o vento


25 Abril - A canção é uma Arma - VI

Saudação à Revolução dos Cravos






25 Abril - A canção é uma Arma - V

Quando a nossa festa s'estragou
e o mês de Novembro se vingou
eu olhei p'ra ti
e então entendi
foi um sonho lindo que acabou
houve aqui alguém que se enganou






25 Abril - A canção é uma Arma - IV

Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal:
Ainda vai tornar-se um imenso Portugal!





25 Abril - A canção é uma Arma - III

Hino e bandeira da resistência contra a ditadura






25 Abril - A canção é uma Arma - II

À meia-noite e vinte minutos da madrugada do dia 25 de Abril de 1974, a «Grândola, vila morena» tocava na radio. A segunda senha de sinalização da Revolução dos Cravos. 





25 Abril - A canção é uma Arma - I

As 22:50 da vesperá do dia 25 de Abril iniciava-se a revolução.

sexta-feira, maio 13, 2016

domingo, outubro 04, 2015

Jorge Palma - Ai, Portugal, Portugal



Tiveste gente de muita coragem
E acreditaste na tua mensagem
Foste ganhando terreno e foste perdendo a memória

Já tinhas meio mundo na mão
Quiseste impor a tua religião
E acabaste por perder a liberdade a caminho da glória

Ai, Portugal, Portugal
De que é que tu estás à espera?
Tens um pé numa galera e outro no fundo do mar

Ai, Portugal, Portugal
Enquanto ficares à espera
Ninguém te pode ajudar

Tiveste muita carta para bater
Quem joga deve aprender a perder
Que a sorte nunca vem só quando bate à nossa porta

Esbanjaste muita vida nas apostas
E agora trazes o desgosto às costas
Não se pode estar direito quando se tem a espinha torta

Ai, Portugal, Portugal
De que é que tu estás à espera?
Tens um pé numa galera e outro no fundo do mar

Ai, Portugal, Portugal
Enquanto ficares à espera
Ninguém te pode ajudar

Fizeste cegos de quem olhos tinha
Quiseste pôr toda a gente na linha
Trocaste a alma e o coração pela ponta das tuas lanças

Difamaste quem verdades dizia
Confundiste amor com pornografia
E depois perdeste o gosto de brincar com as tuas crianças

Ai, Portugal, Portugal
De que é que tu estás à espera?
Tens um pé numa galera e outro no fundo do mar

Ai, Portugal, Portugal
Enquanto ficares à espera
Ninguém te pode ajudar

Ai, Portugal, Portugal
De que é que tu estás à espera?
Tens um pé numa galera e outro no fundo do mar

Ai, Portugal, Portugal
Enquanto ficares à espera
Ninguém te pode ajudar


Artista : Jorge Palma
Musica : Portugal, Portugal 

segunda-feira, agosto 03, 2015

Zeca Afonso - in memoriam

Recordar a data de nascimento de José Afonso (1929/08/02) é mais do que um ritual, é sim um gesto de fidelidade e de inconformismo.

 


No céu cinzento sob o astro mudo 
Batendo as asas Pela noite calada 
Vêm em bandos Com pés veludo 
Chupar o sangue Fresco da manada

Se alguém se engana com seu ar sisudo 
E lhes franqueia As portas à chegada 
Eles comem tudo Eles comem tudo 
Eles comem tudo E não deixam nada [Bis]

A toda a parte Chegam os vampiros
Poisam nos prédios Poisam nas calçadas
Trazem no ventre Despojos antigos
Mas nada os prende Às vidas acabadas

São os mordomos Do universo todo
Senhores à força Mandadores sem lei
Enchem as tulhas Bebem vinho novo
Dançam a ronda No pinhal do rei

Eles comem tudo Eles comem tudo
Eles comem tudo E não deixam nada

No chão do medo Tombam os vencidos
Ouvem-se os gritos Na noite abafada
Jazem nos fossos Vítimas dum credo
E não se esgota O sangue da manada

Se alguém se engana Com seu ar sisudo
E lhe franqueia As portas à chegada
Eles comem tudo Eles comem tudo
Eles comem tudo E não deixam nada

Eles comem tudo Eles comem tudo
Eles comem tudo E não deixam nada

Artista: Zeca Afonso
Musica: Os Vampiros